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Correio da Manhã

Boa Vida
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Tallinn, uma cidade velha repleta de novas histórias

Com o báltico a beijar-lhe os pés, a capital da Estónia ainda consegue ser um segredo bem guardado.
Daniela Espírito Santo 11 de Setembro de 2016 às 00:00
Tallinn é a capital da Estónia e tem cerca de 407 mil habitantes
O centro de Tallinn borbulha com bares, música e restaurantes
O Kiek In De Kok é uma torre de artilharia que virou museu
Exemplo máximo dos tempos de domínio russo, vale a pena visitar a Catedral St. Alexander Nevsky
A funcionar desde 1864, o charmoso café Maiasmokk é, também, uma fábrica de chocolates
O Kadriorf Palace tem um colorido jardim histórico, aberto ao público
A independência da Estónia não foi feita com cravos, mas com canções. O terreno do Festival da Canção de Tallinn é espelho dessa história
O luxuoso hotel L'Ermitage, mesmo no centro, tem noites a partir de 66 euros
Tallinn é a capital da Estónia e tem cerca de 407 mil habitantes
O centro de Tallinn borbulha com bares, música e restaurantes
O Kiek In De Kok é uma torre de artilharia que virou museu
Exemplo máximo dos tempos de domínio russo, vale a pena visitar a Catedral St. Alexander Nevsky
A funcionar desde 1864, o charmoso café Maiasmokk é, também, uma fábrica de chocolates
O Kadriorf Palace tem um colorido jardim histórico, aberto ao público
A independência da Estónia não foi feita com cravos, mas com canções. O terreno do Festival da Canção de Tallinn é espelho dessa história
O luxuoso hotel L'Ermitage, mesmo no centro, tem noites a partir de 66 euros
Tallinn é a capital da Estónia e tem cerca de 407 mil habitantes
O centro de Tallinn borbulha com bares, música e restaurantes
O Kiek In De Kok é uma torre de artilharia que virou museu
Exemplo máximo dos tempos de domínio russo, vale a pena visitar a Catedral St. Alexander Nevsky
A funcionar desde 1864, o charmoso café Maiasmokk é, também, uma fábrica de chocolates
O Kadriorf Palace tem um colorido jardim histórico, aberto ao público
A independência da Estónia não foi feita com cravos, mas com canções. O terreno do Festival da Canção de Tallinn é espelho dessa história
O luxuoso hotel L'Ermitage, mesmo no centro, tem noites a partir de 66 euros
A Estónia é um lugar incomum. Tallinn é disso reflexo. A capital deste país tão pequeno transpira história, desvendada nas inúmeras muralhas, imaculadamente preservadas, que circundam a cidade. A modernidade, essa, convive lado a lado com os edifícios centenários (ou não estivéssemos nós no país que inventou o Skype), moldada por uma juventude séria e focada, mas que também se sabe divertir.

O centro é pequeno, mas pejado de atividades, todas assentes na rica complexidade das culturas que foram conquistando este lugar. Há música, feiras históricas, cerveja artesanal e até um restaurante medieval, onde se come carne de urso à luz das velas.

Ao pé do Báltico, é uma escapadela imprescindível para quem visita a Finlândia.

Uma capital europeia que se percorre a pé (e sem turistas)

Tallinn alberga um terço da população total da Estónia, mas não parece. Passeia-se livremente (e a pé) por todo o lado e os turistas escasseiam. É a mais antiga capital da Europa do Norte e faz questão de o demonstrar com orgulho.

O centro parece congelado no tempo e há história em todo o lado, mas o Kiek in de Kok, uma imponente torre de artilharia, é ponto obrigatório para perceber o passado estoniano, pejado de invasões.

Quem se aventura fora da cidade velha também tem história no Palácio de Kadriorg, construído pelos russos. 

Uma noite medieval   

Quem sai à noite em Tallinn quer diversão e música. Os estonianos gostam de música ou não tivesse sido essa a ‘arma’ que usaram para terminar com o domínio russo e garantir a sua independência, na ‘Revolução Cantada’, em 1988.

Isso reflete-se na sua vida noturna, pejada de concertos e pubs onde não falta melodia. Quem sai à noite vai para o centro da cidade ouvir concertos medievais ou participar em noites de karaoke e até há bares temáticos, a pensar em fãs de determinadas bandas, como os Depeche Mode.

As noitadas, no entanto, começam cedo. Os mais jovens gostam de se divertir, mas não ficam na rua até muito tarde, muito por ‘culpa’ de estarem no norte da Europa, onde o frio e a neve são uma constante.
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