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Bacalhau: o rei da consoada

Presença ilustre na ceia de Natal, todos os anos o bacalhau renova (e inova) a tradição. Descubra seis receitas imperdíveis e boas dicas para o preparar.
12 de Dezembro de 2019 às 12:36

Quase sem dar por isso, já é Natal outra vez. Imbuídos da magia da quadra, a família e os amigos preparam-se para estar juntos e partilhar momentos únicos.

Este renovar da tradição culmina à mesa, onde o bacalhau é rei na noite de consoada. Fazendo as devidas honras ao bacalhau com todos, propomos outras opções criativas para todos os que estiverem em maré de inovar neste Natal. É provar para crer.

Um pouco de história 

É difícil datar historicamente a tradição do bacalhau na ceia de Natal, mas é provável que remonte à Idade Média, altura em que o calendário cristão impunha a abstinência de carne nas principais festividades católicas: na Páscoa e entre o dia de Todos os Santos e o Natal. A facilidade de conservação do bacalhau facilitava a sua chegada a todas as zonas do país. À medida que o seu consumo crescia e a sua culinária se aprimorava, o que era penitência passou a ser um prazer. Ao longo dos séculos, a prática do jejum desapareceu, mas a tradição do bacalhau na consoada está bem viva até hoje.


Guia prático para conservar, demolhar e cozinhar o bacalhau

Para obter os melhores resultados, aposte na qualidade do bacalhau e apure as técnicas de confeção.

# Bem conservar

Coloque o bacalhau ainda seco na gaveta ou na prateleira de baixo do frigorífico. Nunca o deixe em cima da bancada nem na despensa, à mercê da humidade e do calor.

# Demolhar sem segredos

  • Lave as postas em água corrente.
  • Mergulhe-as num recipiente com água fria e guarde no frigorífico. As postas mais grossas em baixo e as mais finas sobrepostas, com a pele virada para cima.
  • Mude a água três vezes por dia. O tempo de demolha varia de acordo com a categoria e peso do bacalhau: corrente (0,5 -1 kg) 36 horas, crescido (1-2 kg) 48 h, graúdo (2-3 kg) 55 horas, especial (3-4,5 kg) 72 horas.
  • Depois de demolhado, o bacalhau deve ser cozido de imediato ou congelado.

# Cozer na perfeição

Desvendamos as dicas dos nossos chefs para obter aquelas lascas perfeitas e cheias de sabor.

  • A técnica vencedora consiste em colocar o bacalhau na água que acabou de ferver. Mas logo que a água ameace levantar fervura novamente, desligue o lume. Depois, é só aguardar quinze minutos e está pronto!
  • Os legumes e as batatas devem ser cozidos à parte.

Se não quer perder pitada, siga estas dicas passo a passo no vídeo do Pingo Doce!

Bacalhau para todos os gostos

Os portugueses são catedráticos na arte de cozinhar bacalhau e de o desmultiplicar em mil e uma versões diferentes. Sem desvirtuar o legado natalício, porque não apresentá-lo de uma forma original? Elogios não vão faltar e quem sabe não dá o pontapé de saída para uma nova tradição familiar.




O descomplicado

Meia hora basta para colocar na mesa todo o sabor português bem regado com azeite. Sem molhos nem artifícios, o bacalhau confitado com azeite chega acompanhado com batata a murro. Como se quer!




O original

Tal como os presentes, também as trouxas de bacalhau no forno com batata-doce surgem embrulhadas em folhas de couve e decoradas com uma mistura de legumes, pinhões e azeitonas.  Uma surpresa para toda a família.




O gourmet

A tradição renova-se com requinte, ao sabor do bacalhau com crosta crocante de pesto e broa servido com puré de batata. Do forno para a mesa de Natal, este é um prato que fica na memória.




O sem espinhas

Uma sábia mistura de inovação com produtos regionais e sabores genuínos, o gratinado de bacalhau com farinheira e grelos não se faz rogado e deixa-se envolver pelo molho bechamel numa cremosa delícia. É de pedir bis!




O vistoso

Os olhos já sorriem, mesmo antes de se provar o bacalhau no pão. Aqui o rei da festa dá nas vistas ao ser servido no pão da avó. Um ensaio de cor que combina a couve kale, os coentros e o aroma inusitado da canela.




O guloso

Irresistível, o risotto cremoso de bacalhau com tomate assado e espinafres é uma experiência quase religiosa. O queijo da ilha dá o toque final nesta receita absolutamente divinal.

Feliz Natal!

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