Correio da Manhã

Sauvigon Blanc da Quinta da Alorna
Foto Raquel Wise
Foto Raquel Wise
Por Edgardo Pacheco | 20:18
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A casta francesa feita na Quinta do Tejo não dá origem a vinhos muito frutados.

A seguir à casta Chardonnay, é possível que a casta branca francesa mais conhecida no mundo seja a Sauvignon Blanc, e em Portugal as coisas não serão muito diferentes.

Acontece que, ao contrário da primeira, a casta Sauvignon Blanc consegue produzir vinhos com uma plasticidade tremenda. Sim, um Chardonnay da Borgonha é uma coisa e um Chardonnay do Tejo é outra, mas, de uma forma ou de outra, conseguimos sempre apanhar a matriz da casta.

Com a casta Sauvigon Blanc as coisas já serão diferentes, em particular se a comparação for, por exemplo, entre a região de Sancerre (aquela que dá origem aos grandes Sauvigon) e a Nova Zelândia. Ou entre esta última região e o Tejo.

Este Quinta da Alorna Sauvigon Blanc de 2017 consegue um bom equilíbrio pelo facto de associar notas de frutos tropicais (goiaba) a certos vegetais (espargos). E, acima de tudo, está muito longe daqueles champôs de maracujá que a Nova Zelândia envia para todo o Mundo.

Um vinho a provar. 

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