O mundo multicolorido e variado dos chás

Os chás da Gorreana e da Porto Formoso são bons, mas há mais sabores e aromas para provar.
Por Edgardo Pacheco|31.01.19
O mundo multicolorido e variado dos chás
Foto Direitos Reservados
Antes de entrarmos na matéria convém deixar bem claro que, aqui, falaremos de chá (que é exclusivamente o que sai da planta camellia sinensis) e não de infusões de tília, camomila ou casca de cebola. Chá é uma coisa, infusão, outra.

O chá é um mundo sem fim, quer no que diz respeito à sua história, quer no que diz respeito às suas grandes famílias (verde, preto, branco, amarelo, Oolong e Pu-erh) e respetivos terroir. Sim, porque uma coisa é um chá verde açoriano, outra, um chá verde japonês. Uma coisa é um chá preto do Ceilão, outra, um chá preto do Quénia.

Mais ainda, se todos estes chás são originários da espécie camellia sinensis, cruzamentos da mesma planta, mas de diferentes regiões, dão origem a novas variedades (sendo que a espécie é sempre a mesma), coisa que dá origem a muita riqueza de aromas, sabores e texturas por todo o mundo.

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