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Os influenciadores que podem não deixar dormir

No momento de deitar, todos os pormenores do quarto fazem a diferença entre um sono descansado e uma noite em claro.
16 de Março de 2020 às 12:15

Dormir descansado é, para muitos, uma utopia. Insónias, sonos agitados ou várias interrupções por noite fazem com que, a cada manhã, a sensação seja de cansaço e não de revitalização. De maneira pontual, a cafeína até pode ajudar a ultrapassar um dia em que a energia não foi totalmente reposta, mas quando as noites sem descanso se sucedem, a saúde fica prejudicada.

É importante que, no quarto, todos os elementos se alinhem de maneira a potenciar o merecido descanso, noite após noite. Conheça os cinco fatores que podem influenciar uma boa noite de sono.

1. O colchão


Sabia que, em média, passamos um terço da vida no quarto e em contacto direto com o colchão? Podemos nem nos aperceber, mas um bom colchão, adequado ao nosso corpo, é essencial para conseguir uma noite de sono completa e sem sobressaltos. Quer seja viscoelástico, em latex ou de molas ensacadas, é crucial que o colchão seja confortável e que ofereça o suporte necessário para uma postura adequada durante o sono. Uma boa opção são os colchões Maxcolchon, que oferecem ergonomia e uma grande variedade de modelos, para as necessidades específicas de cada pessoa.

2. A estrutura da cama


Desengane-se quem acha que um bom colchão é suficiente para proporcionar ergonomia e conforto na hora de descansar. O estrado da cama tem um papel crucial na forma como o colchão se adapta ao corpo. As opções variam entre um sommier com tampo rebatível, com ripas ou forrado, e influenciam a flexibilidade ou a firmeza do colchão.

Também a cabeceira, que nos últimos anos tem assumido um papel ilusoriamente decorativo, influencia a forma como dorme. As opções de camas sem cabeceira multiplicam-se, mas a sua importância não deve ser descurada. Afinal, uma cabeceira tem uma função protetora em relação à parede – e sim, bater com a cabeça durante o sono não é assim tão incomum – e ainda salvaguarda que a almofada fica no sítio suposto durante a noite.

3. A almofada


Já diz o ditado que a almofada é boa conselheira. Mas para ser uma boa conselheira, é preciso que seja, também, uma boa almofada. Cada pessoa deve escolher a almofada adequada tendo em conta não só a firmeza de que mais gosta, mas também a posição em que dorme. Por exemplo, quem dorme de lado deve optar por almofadas mais altas, para dar um maior suporte ao pescoço. Já quem dorme de barriga para baixo, deve escolher almofadas mais finas, para que a pressão nos ombros e coluna seja a menor possível. Quanto ao material, as almofadas de fibra ou viscoelásticas são as mais adequadas, por se adaptarem na perfeição à curvatura do pescoço.

4. Os tecidos


Na hora de escolher a roupa da cama, há mais a ter em conta do que a cor ou o padrão. O tecido dos lençóis tem de ser suave, confortável e permitir a respirabilidade. No que a cobertores, colchas e edredões diz respeito, deve ter na cama o número suficiente para não ter frio, mas não em exagero. E, por último: é importante fazer uma mudança regular da roupa de cama e arejá-la, para que não haja acumulação de pó e ácaros. A respiração pode assim ficar comprometida, o que, claro, se reflete na noite de sono.

5. A atmosfera


Além dos aspetos físicos da cama, o ambiente do quarto tem também uma influência direta na forma como dormimos. Um quarto demasiado frio ou demasiado quente, por exemplo, pode condicionar o adormecer ou mesmo levá-lo a acordar a meio da noite. O conselho é sempre o meio-termo: ter o quarto a uma temperatura mais fria, mas sem ter frio. Já a luz, quer-se quente e fraca. Opte pelas luzes amarelas, que se assemelhem à cor da luz emitida num pôr do sol. Muito importante: a luz do telemóvel, independentemente de ter ou não o modo de noite ativo, é prejudicial ao descanso e não permite ao cérebro associar que é hora de dormir. Se precisa de uns minutos na cama de descanso antes de efetivamente querer dormir, escolha atividades que incluam a luz do candeeiro, como ler.