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Última chamada! Saiba como mudar os WC das escolas públicas

Ouvir as queixas das crianças é o primeiro passo, mas agora chegou a altura de ser parte ativa na qualidade das casas de banho que os alunos frequentam diariamente.
27 de Maio de 2019 às 12:13
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RV Domestos_ação escolas, mai2019.mp4

A campainha já tocou e ninguém pode faltar à chamada. As escolas públicas portuguesas precisam de melhorar as condições de higiene, limpeza e conservação das casas de banho para que os alunos sintam o espaço como seguro.


A divulgação de dados do estudo "Escolas Públicas – Condições de saneamento e conservação" aponta para a necessidade de a comunidade escolar se fazer ouvir, para que a falta de condições destes espaços deixe de ser um assunto tabu. Os WC são uma área crucial ao normal funcionamento do dia a dia dos estudantes, pelo que precisam das condições básicas para que o seu uso não seja evitado.

O estudo aponta para isso mesmo: os pais inquiridos salientam que as crianças evitam a utilização das casas de banho, a menos que estritamente necessário, por falta de materiais e pouca limpeza.

Depois de divulgar os dados, a marca Domestos foi agora para terreno promover o projeto Domestos nas Escolas. Nesta ação, informou-se a comunidade escolar sobre os principais problemas, ao mesmo tempo que se ouviram alunos, encarregados de educação, funcionários e professores sobre a experiência de cada um em relação ao tema.

A tónica das queixas voltou a focar-se na falta de materiais como papel higiénico, toalhetes e sabonete das mãos, e a falta de limpeza também não ficou de fora do rol. A frequência com que a falta de material acontece leva a que as crianças tragam, inclusive, papel de casa.

A comunidade escolar destaca os parcos recursos que as escolas têm disponíveis, tanto humanos como económicos, e defendem uma maior supervisão. A educação para a cidadania também tem de ser prioritária. Afinal, em escolas onde as condições estruturais das casas de banho são aceitáveis, também acontecem atos de desperdício e de vandalismo.

Os encarregados de educação não são alheios a esta responsabilização, referindo que, muitas vezes, "os miúdos também não têm o melhor cuidado" com as instalações.

O princípio que deve estar sempre patente é o de utilização responsável e consciente, tratando o espaço como se pertencesse à criança – que pertence, como parte de uma comunidade – e que o deixe como gosta de o encontrar.

A par do levantamento de testemunhos, a ação Domestos nas Escolas pretende também fomentar as boas práticas na utilização dos WC. Mais do que alertar para os problemas, a marca procura fazer parte das soluções, para que o movimento por casas de banho escolares mais limpas ecoe e se reproduza pelo país. Para isso, incita a participação de todas as escolas públicas num passatempo que culminará com a intervenção nos WC da escola vencedora. É a última oportunidade para mudar a forma como as crianças vivem a jornada diária nas escolas. Não falte!