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Todos em consonância

Governos, União Europeia e cidadãos trabalham cada vez mais em conjunto para reduzir o plástico no planeta
8 de Novembro de 2019 às 16:31

Governo português, União Europeia (UE) e sociedade civil estão cada vez mais empenhados em combater o plástico. Há alguns meses, o ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, afirmou que o Governo antecipou os prazos da União Europeia para a eliminação de plásticos descartáveis, prevista para 2021. Segundo o ministro, nada impede que as medidas sejam antecipadas para o segundo semestre do próximo ano. Portanto: está a falar-se de uma antecipação que pode ser de meio ano.

Refira-se que a diretiva europeia sobre os plásticos de uso único previa a proibição de colocação no mercado até 2021, bem como a recolha de pelo menos 77% das garrafas de plástico descartáveis colocadas no mercado, até 2025, "através de sistemas de vasilhame ou de metas específicas no âmbito dos sistemas de responsabilidade alargada do produtor".

Matos Fernandes recordou que esta ambição do Governo nacional está "em consonância com o que o mercado já está a fazer", relembrando a disponibilização, em grandes superfícies comerciais, de cotonetes com vareta em cartão ou a retirada progressiva de pratos, talheres e copos de plástico descartável.

UE focada

Quanto à UE, está determinada em reduzir o desperdício de plástico porque todos os anos são gerados 26 milhões de toneladas de resíduos deste material nas suas fronteiras. Menos de 30% são reciclados e alguns são exportados para tratamento fora da UE. O restante vai para aterros, é incinerado ou é disperso em praias, florestas, rios e mares. Por isso, os eurodeputados querem garantir uma maior reutilização e reciclagem de plástico até 2030.

Além da reciclagem do plástico, o Parlamento Europeu quer proibir certos tipos de microplásticos e plásticos descartáveis. No caso dos microplásticos porque estão a ser encontrados em quantidades crescentes nos oceanos, mas também na alimentação. No que diz respeito aos plásticos descartáveis já supracitados, a UE, além de querer proibir plásticos de uso único, tais como talheres ou pratos, exige ainda que as empresas de produção de embalagem de mercadorias contribuam para o custo da limpeza de plásticos descartáveis.

Neste especial, dá-se a conhecer um pouco melhor o que está a ser feito em Portugal para combater o uso excessivo de plástico, não faltando bons exemplos de medidas adotadas por diferentes empresas e instituições nesse sentido.