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“A reforma é um direito de todos”

A Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos quer fortalecer a voz e a intervenção do movimento associativo dos reformados
20 de Agosto de 2020 às 11:19
Casimiro Menezes, presidente da Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas (MURPI)
Casimiro Menezes, presidente da Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas (MURPI)

Na qualidade de presidente da Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI), Casimiro Menezes participou no workshop Políticas Públicas na Longevidade da Santa Casa da Misericórdia e diz que, neste tema, é fundamental, assegurar "o direito universal à pensão de reforma e o direito à saúde".

"Criar um sistema de Segurança Social universal, público e solidário é a única forma de garantir o direito a envelhecer com dignidade, pela atribuição de uma pensão digna e justa e a defesa do Serviço Nacional de Saúde, como se provou da sua importância nesta pandemia." Se a Covid-19 "pôs a nu as fragilidades na organização da nossa sociedade, na acentuação das desigualdades sociais", no caso dos idosos a questão foi ainda mais grave, já que revelou a "fragilidade da política de proteção social, com especial relevância na estrutura orgânica e funcional dos lares da terceira idade".

"Numa sociedade em que a longevidade é uma das caraterísticas em evidência torna-se necessário definir uma Estratégia para um Envelhecimento com direitos quer nas áreas da saúde, da segurança social, da cultura, da habitação e da mobilidade, fortalecendo a voz e a intervenção do movimento associativo dos reformados", diz Casimiro Menezes que, falando em nome da MURPI, defende "a diversificação das fontes de financiamento da Segurança Social" e o combate à fuga das contribuições.

Quanto aos lares, pede a criação de uma Rede Pública que atenda às necessidades do País e aponta o apoio domiciliário como exemplo de "assistência fundamental e necessária para assegurar o direito a envelhecer no domicílio".