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“Derrubar muros para uma sociedade mais justa”

Nova unidade segue modelo internacional já com provas dadas.
6 de Maio de 2021 às 15:34
A ministra Ana Mendes Godinho esteve presente na sessão de lançamento do projeto, em Lisboa
Edmundo Martinho, provedor da SCML, durante a apresentação
A ministra Ana Mendes Godinho esteve presente na sessão de lançamento do projeto, em Lisboa
Edmundo Martinho, provedor da SCML, durante a apresentação
A ministra Ana Mendes Godinho esteve presente na sessão de lançamento do projeto, em Lisboa
Edmundo Martinho, provedor da SCML, durante a apresentação

Desde sempre que a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa tem vindo a desenvolver um trabalho muito significativo dedicado às pessoas com deficiência.A criação da Valor T como nova unidade de missão da Santa Casa é mais um passo para a concretização de um País mais igualitário e mais solidário. Um País onde ninguém fique para trás. Por isso, o novo projeto é de âmbito nacional e destino todas as pessoas com deficiência.
Ana Sofia Antunes, secretária de Estado da Inclusão, presente no lançamento do projeto, acredita que a Valor T será "uma ferramenta para captar talento e revolucionar vidas". Já a ministra Ana Mendes Godinho defende que o projeto pretende "derrubar muros" para a criação de "uma sociedade mais justa".
A agência, que foi desenvolvida com o apoio de vários parceiros institucionais, organizações não governamentais com conhecimento da área, autarquias, universidades e empre sas, vai já começar a laborar, seguindo um modelo que já revelou sucesso.
"O projeto assenta em três pilares: as pessoas com deficiência que querem entrar no mercado de trabalho, os empregadores e as instituições de apoio que são quem melhor conhece estas pessoas", disse Edmundo Martinho, provedor da SCML, frisando que "não se está a inventar nada" mas sim a "seguir a experiência" promovida no país vizinho pela Organização Nacional de Cegos de Espanha.

O tom certo no Dia do Trabalhador

Durante a apresentação oficial do projeto, no passado Dia do Trabalhador (1 de Maio) Edmundo Martinho, provedor da SCML, fez questão de frisar que a data não foi escolhida ao acaso. Queremos de facto dar este tom de que "qualquer pessoa tem o direito, independentemente das suas dificuldades mas sim em função das suas capacidades, a desenvolver percursos de trabalho estáveis. O direito de ter um trabalho digno e no mercado de trabalho regular", afirmou.