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Novas soluções para a economia social

Candidaturas até ao próximo dia 23 e 15 mil euros no conjunto de prémios
18 de Março de 2021 às 11:05
Inês Sequeira, Diretora do Departamento de Empreendedorismo e Economia Social e da Casa do Impacto, da SCML.
Inês Sequeira, Diretora do Departamento de Empreendedorismo e Economia Social e da Casa do Impacto, da SCML.

Nos últimos dois anos, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), através do Departamento de Empreendedorismo e Economia Social (DEES), tem desenvolvido projetos que procuram explorar diferentes vertentes da inovação no setor social.

É nesta linha de atuação que surge a 2ª edição do Hackathon 100% Colaborativo, este ano dedicado ao ‘Futuro da Economia Social’, organizado pelo DEES da SCML.

"Aproveitando as competências e a visão dos vários participantes, pretendemos que o setor saia desta iniciativa reforçado, capacitado e ciente dos vários desafios que enfrenta. Queremos que esteja apto para formular respostas inovadoras, num momento em que ele é crucial para o nosso País", afirma Inês Sequeira, diretora do DEES e da Casa do Impacto.

Este ano, o projeto pretende chegar a um público mais vasto. "Num ano marcado pela mudança, sentimos que ainda é ainda mais importante enfatizar o papel da inovação. Apesar da separação física, queremos reforçar que a inovação deve ser coletiva. É uma iniciativa aberta que promove a participação e a responsabilização dos colaboradores da SCML nos processos de governação e decisão, mas também convoca outros ‘players’ relevantes da Economia Social relevantes, estudantes universitários e rede de ‘alumni’ das universidades", explicou a responsável.

As candidaturas decorrem até ao próximo dia 23 e os projetos selecionados terão um prémio conjunto no valor de 15 mil euros.

Os quatro grandes desafios do Hackathon

A 2ª Edição do Hackathon da SCML propõe uma reflexão sobre o futuro da Economia Social, lançando quatro desafios temáticos:

  1. O digital na Economia Social – o papel da transição digital na redução das desigualdades e na promoção da inclusão social.
  2. O futuro do trabalho no setor da Economia Social – recrutamento e retenção de quadros para a renovação do setor e intervenção dos mesmos no seu desenvolvimento.
  3. A sustentabilidade da Economia Social – a busca de redes alternativas de financiamento de longo prazo que acrescentem valor social, ambiental e económico ao setor.
  4. A avaliação de impacto na Economia Social – a escalabilidade do efeito positivo do setor e medição do impacto social da mudança provocada.

Como funciona o Hackathon

Apostando na diversidade dos participantes, serão constituídas equipas multidisciplinares, que ao longo das semanas de trabalho (de 30 de março e 16 de abril) vão ter acesso a capacitação através de talks, tutoriais, webinars, toolkits e mentoria, dirigidos à produção de novas ideias e soluções, a partir da utilização de plataformas digitais.

As equipas são acompanhadas por uma equipa da SCML e por mentores na preparação da solução e da apresentação final, em sessão pública, no dia 26 de abril.

Berço de inovação na área social

O Hackathon 100% colaborativo conta com a participação da comunidade da Casa do Impacto. O ‘hub’ dinamizado pela SCML tem o objetivo de impulsionar soluções inovadoras para problemas sociais ou ambientais. Já apoiou 47 startups e mais de 200 empreendedores.