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Correio da Manhã

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Uma referência na formação de profissionais de saúde

A Escola Superior de Saúde do Alcoitão (ESSAlcoitão) é uma referência em Portugal no ensino e na qualificação de profissionais de saúde nas áreas de Fisioterapia, Terapia da Fala e Terapia Ocupacional.
5 de Agosto de 2021 às 11:57
As instalações da ESSAlcoitão dispõem de várias salas laboratoriais, que oferecem uma experiência real e onde os alunos têm a oportunidade de aplicar as práticas aprendidas ao longo do curso
Ana Isabel Vieira, coordenadora do Departamento de Fisioterapia
Isabel Ferreira, coordenadora do Departamento de Terapia Ocupacional
Ana Margarida Grilo, coordenadora do Departamento de Terapia da Fala
As instalações da ESSAlcoitão dispõem de várias salas laboratoriais, que oferecem uma experiência real e onde os alunos têm a oportunidade de aplicar as práticas aprendidas ao longo do curso
Ana Isabel Vieira, coordenadora do Departamento de Fisioterapia
Isabel Ferreira, coordenadora do Departamento de Terapia Ocupacional
Ana Margarida Grilo, coordenadora do Departamento de Terapia da Fala
As instalações da ESSAlcoitão dispõem de várias salas laboratoriais, que oferecem uma experiência real e onde os alunos têm a oportunidade de aplicar as práticas aprendidas ao longo do curso
Ana Isabel Vieira, coordenadora do Departamento de Fisioterapia
Isabel Ferreira, coordenadora do Departamento de Terapia Ocupacional
Ana Margarida Grilo, coordenadora do Departamento de Terapia da Fala

A Escola Superior de Saúde do Alcoitão (ESSAlcoitão) é uma referência em Portugal no ensino e na qualificação de profissionais de saúde nas áreas de Fisioterapia, Terapia da Fala e Terapia Ocupacional. Pioneira, com provas dadas e olhos postos nas exigências do futuro, a ESSAlcoitão tem um corpo docente que alia competência académica à experiência profissional.

 

"Verdadeira preocupação e respeito pelo outro"

Correio da Manhã – Que capacidades tem de ter um candidato ao curso de Fisioterapia?
Ana Isabel Vieira, coordenadora do Departamento de Fisioterapia
– Para além da necessidade de desenvolvimento de um pensamento analítico e crítico, necessário para a resolução de problemas, os estudantes têm de desenvolver sensibilidade, compaixão, integridade e uma verdadeira preocupação e respeito pelo outro. O que observamos é que as maiores fontes de stress nos estudantes, são a grande exigência académica e, durante os estágios clínicos, a exigência do trabalho em contexto real, nomeadamente, o confronto com a necessidade de constante adaptação e o imperativo de criar uma relação terapêutica adequada e efectiva com o utente e os seus cuidadores, gerindo o sofrimento e as expectativas.

– Como são trabalhadas essas competências?
– Num modelo pedagógico centrado nas competências a atingir, utilizando estratégias ativas de ensino e aprendizagem e de responsabilização dos estudantes pelo seu percurso.

 

"Capacitação promove saúde bem-estar e qualidade de vida"

Correio da Manhã – A quem se destina a terapia ocupacional?
Isabel Ferreira, coordenadora do Departamento de Terapia Ocupacional
– A terapia ocupacional fornece suporte prático para capacitar as pessoas (adultos ou crianças, com uma ampla gama de condições), facilitar a recuperação e superar as barreiras que as impedem de realizar as atividades que são importantes para elas. Esse suporte aumenta a independência e a satisfação das pessoas em todos os aspetos da vida. Podem ser tarefas essenciais do dia a dia, como autocuidados, trabalho ou lazer. O terapeuta intervém junto da comunidade, pode promover a reabilitação profissional ou a justiça social.

Que competências os alunos têm de desenvolver?
– Competências pessoais não se relacionam diretamente com o trabalho, mas usamo-las regularmente para fazer o nosso trabalho. Incluem a comunicação, ética de trabalho, adaptabilidade, pensamento crítico, empatia e gestão de tempo.

 

"Intervenção pode iniciar-se antes do nascimento"

Correio da Manhã – A formação é muito exigente?
Ana Margarida Grilo, coordenadora do Departamento de Terapia da Fala * –
Muito exigente face à sua vasta área de abrangência e às competências de prevenção, aconselhamento e bem-estar, rastreio, avaliação, diagnóstico e intervenção. Desenvolve-se em qualquer fase do ciclo de vida da pessoa. A intervenção pode iniciar-se mesmo antes do nascimento. Se os pais de um bebé sabem que ele vai nascer com uma fenda lábio palatina, há que capacitá-los para enfrentar as dificuldades.

– Numa sociedade cada vez mais envelhecida, será uma profissão mais procurada?
– Manter a qualidade de vida como ser ativo que fala, compreende, discute, argumenta e reclama passa por todos os dias ser capaz de comunicar. Qualquer limitação nas capacidades de comunicação, linguagem, fala ou de alimentação restringem a pessoa, conduzindo a um isolamento e à não interação social.
(* com Prof. Adj. Maria Dulce Tavares).