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“Continuar a ser a referência internacional do setor”

Evoluir de um parque tecnológico para uma cidade de inovação e conhecimento. É este o percurso que o Taguspark está a fazer para continuar a ser uma peça essencial do desenvolvimento científico e tecnológico em Portugal.
17 de Agosto de 2020 às 15:02
Eduardo Baptista Correia, CEO do Taguspark
Eduardo Baptista Correia, CEO do Taguspark

O Taguspark foi pensado numa época em que Portugal vivia a visão do contexto de integração europeia, de modernização e de desenvolvimento económico. A partir de Oeiras, o então presidente da câmara, Isaltino Morais, e o então ministro do Planeamento e da Administração do Território, Valente de Oliveira, concordaram em desenvolver um projeto inspirado em realidades já maduras na Europa e noutras regiões mais desenvolvidas do mundo ao nível dos parques de ciência e tecnologia.

É neste contexto que surge o Taguspark, num município que estava a dar os primeiros passos numa visão de longo prazo que viria a transformar Oeiras na região com maior poder de compra e riqueza per capita do País. Hoje, o município é aquele que possui maior índice de habilitações literárias e a maior concentração de empresas tecnológicas. O Taguspark foi uma peça central desse planeamento que resultou num território de desenvolvimento único em Portugal.

Eduardo Baptista Correia, CEO do Taguspark, fala nesta entrevista dos novos planos de expansão e melhoria desta importante infraestrutura para o tecido empresarial e para a economia nacional.

Como mudou o posicionamento do Taguspark perante as empresas e a cidade nos tempos mais recentes?

O Taguspark é um local de arquitetura inovadora, com edificado de baixa estatura. Junta as peças essenciais para o desenvolvimento científico e tecnológico gerador de inovação e riqueza para o País e para o mundo: empresas, centros de investigação, uma universidade e uma incubadora de startups de referência.

O Taguspark cumpre a visão dos seus fundadores, hoje reforçada com a preocupação de fornecer bem-estar, felicidade e qualidade de vida em local de trabalho para o quotidiano dos que aqui trabalham e que frequentam o parque.

Temos estado muito focados na qualidade do espaço público e na arquitetura interna nos edifícios, em procurar fontes energéticas mais limpas. Temos vindo a desenvolver o conceito de museu de arte urbana no parque. Simultaneamente, estamos muito preocupados com os temas de dignidade laboral e por isso lançámos um programa de salário mínimo no parque substancialmente mais elevado do que o salário mínimo nacional, nomeadamente para os colaboradores que nos prestam serviços por via de empresas terceiras.

Quais as características diferenciadoras do Taguspark?

Essencialmente, a facilidade de interação entre a universidade, os centros de investigação e as empresas. É a qualidade deste interface que permite ao Taguspark, às organizações, aos empresários e às startups desenvolver soluções comercializáveis, com capacidade de exportação
e internacionalização. Simultaneamente, o espírito comunitário do parque também o diferencia, sendo a proximidade entre as diferentes empresas aqui instaladas cada vez maior. Por outro lado, uma localização invejável entre Cascais e Lisboa.

O Taguspark está muito próximo da cidade, do aeroporto internacional e até mesmo do aeródromo de Tires. Mas conta com um índice bastante elevado e privilegiado de zonas e espaços verdes,  vistas magníficas para o mar e para o Tejo, e uma qualidade do ar substancialmente mais equilibrada do que os centros urbanos que nos circundam. É um parque de ciência e tecnologia em pleno processo de transformação para uma cidade de inovação e conhecimento.

Porque devem as empresas escolher o Taguspark?

Desde logo a localização, a qualidade do ar, a qualidade da vista, os espaços verdes e o bem-estar que aqui se vive. Mas também a arquitetura do parque e as suas infraestruturas, modernas, equipadas com tecnologia de ponta e com um fator preço muito competitivo. E, naturalmente, os serviços que aqui são disponibilizados: restauração, clínicas de saúde, farmácia, outros serviços complementares, o mercado tradicional das terças-feiras, que já é uma referência local, e a própria arte, que prolifera cada vez mais pelo parque e que vai continuar a crescer, materializando o projeto de Museu de Arte Urbana do Taguspark.

Tudo isto é conjugado com a própria filosofia do Oeiras Valley e o desenvolvimento socioeconómico e político que o município atravessa.

O que nos distingue é esta qualidade de vivência que vai desde o aspeto físico ao networking científico e tecnológico que permite negócios com capacidade de internacionalização.

Qual é a taxa de ocupação do Taguspark e a sua rotatividade?

A taxa de ocupação é muito elevada, cerca de 90%. Os últimos anos são de crescimento e a tendência é para que assim continue, até porque estamos numa rota de regeneração do edificado. Alguns dados de que dispomos mostram que atualmente a procura é superior à oferta, que a rotatividade das empresas é baixa e que muitas delas permanecem por muito tempo. Temos empresas connosco há décadas.

Está prevista a ampliação do Taguspark? Que novidades vão ter proximamente?

Há dois tipos de ampliação. A da primeira fase, na zona que é hoje visível e que continua a crescer. Estamos neste momento em processo de construção de dois novos edifícios, cada um com 4.000 m2. Está ainda prevista para a Praça Central a construção de um hotel. Num futuro de médio prazo, teremos a segunda fase do parque, em que estão previstos cerca de 200 mil m2 de construção. O Taguspark tem ainda à sua frente uma rota de crescimento e ampliação do edificado e do território.

Onde e como gostaria de ver o Taguspark dentro de cinco anos?

Gostaria de ver o Taguspark totalmente regenerado, com o novo edificado planeado construído e em pleno funcionamento. Com um Instituto Superior Técnico pujante e com mais residências de estudantes. Com o Museu de Arte Urbana definitivamente alicerçado e a contribuir para o desejado sucesso da candidatura do município de Oeiras a Cidade Europeia da Cultura em 2027.

Gostaria ainda de ver uma maior eletrificação do parque automóvel, a ciclovia a funcionar e a garantia de que em cinco anos o Taguspark possa ser reconhecido a nível europeu como o Parque Mais Cívico da Europa. Esse é um objetivo que fará do Taguspark definitivamente uma referência internacional.

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