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Regenerar a cidade da inovação e do conhecimento

Foram investidos 10 milhões de euros para regenerar oito edifícios do Taguspark, quatro dedicados à tecnologia e outros quatro dedicados à inovação. Os edifícios concluídos estão 100% ocupados com algumas das várias empresas de referência instaladas no parque.
17 de Agosto de 2020 às 15:28

A ideia de criar um espaço único onde convivessem empresas, centros de investigação, universidades e uma incubadora de startups foi bem-sucedida. Era importante ter uma localização ótima e Oeiras foi a escolha. Com excelentes acessibilidades junto à A5 e ao IC19, a 10 minutos de Lisboa e 15 do Aeroporto Humberto Delgado, o Taguspark está no meio de um imenso parque verde, com amplas vistas para o mar e para o rio Tejo.

De 1992 até 2020, o Taguspark foi sempre um modelo nacional de inovação e um espaço desenhado para oferecer todas as condições necessárias às empresas para garantir o desenvolvimento dos seus negócios, assentes numa forte componente tecnológica e de inovação. Não é por acaso que mais de 90% das empresas instaladas estão dedicadas ao desenvolvimento da ciência e tecnologia aplicadas. Com atividades económicas multidisciplinares e diversificadas.

São os casos de algumas empresas instaladas de referência como Novartis, Technoedif, LG, Fresenius Kabi, Hitachi Vantara, Miniclip, Inosat, Hoya, Jaba Recordati, Webhelp, Hi-tec, Altice, Truphone, Movielight, Arthrex, Verizon.

Não é por acaso que o Taguspark é o maior parque de ciência e tecnologia em Portugal. É aquele que tem mais empresas residentes, mais empresas incubadas, mais pessoas a trabalhar, mais projetos de referência. E, ao longo da sua história, tem demonstrado saber fazer bem a ligação entre a universidade, os centros de investigação e o meio empresarial.

Este espaço quer ser a referência em matérias que estão no ADN de um parque de ciência e tecnologia, nomeadamente no que diz respeito ao apoio a projetos que contribuam para o desenvolvimento económico, para o crescimento das exportações e para o posicionamento do País e da região do Oeiras Valley no radar dos negócios.

Ao longo destes anos, o Taguspark cumpriu essa missão e foi evoluindo a sua visão centrando os objetivos também nas pessoas, nas vivências e no bem-estar e felicidade de quem trabalha neste espaço. Uma forma de o garantir é renovando as infraestruturas existentes, adaptando-as a uma visão mais presente da arquitetura interna e de fontes de energia renováveis. 

Intervenção no edificado

Os principais objetivos da regeneração, que decorre desde 2018, são o reposicionamento do parque no mercado de arrendamento de escritórios e a criação de condições excecionais para se trabalhar, com espaços comuns de qualidade, que permitam reforçar o leque de eventos e a oferta de áreas com usos e atividades diversificadas. Todas as obras estão a ser cumpridas com a finalidade e as características associadas a um parque direcionado para a ciência e tecnologia.

O edifício Inovação I está finalizado. Foi alvo de regeneração interior e exterior e está hoje 100% ocupado pela LG, Jaba, Hoya e Fresenius.

A regeneração interior (parcial) e exterior (integral) dos restantes edifícios Inovação II, III e IV permitirá colocar no mercado uma área de 4.000 m2 do Inovação III e melhorar as condições das empresas que ocupam os edifícios Inovação II e IV. Estes encontram-se em fase de desenvolvimento de projeto e espera-se a sua conclusão até final do primeiro trimestre de 2021.

O edifício Tecnologia II foi regenerado quase integralmente (80% com cerca de 1.400 m2), criando um espaço diferente, com uma estética industrial contemporânea, muito orientada para empresas jovens e dinâmicas. A sua taxa de ocupação é já de 100%.

Os edifícios Tecnologia I e III foram regenerados no exterior e pontualmente no interior, por se encontrarem ocupados por empresas.

Por último, o edifício Tecnologia IV, na linha do Tecnologia II, encontra-se em processo de regeneração total, prevendo-se a sua conclusão no final do primeiro semestre de 2020.

Taguspark em números

16 000 profissionais e visitantes diários

150 empresas instaladas

25 startups na incubadora

150 hectares  de terreno ocupa o Taguspark, no concelho de Oeiras

+ 90%  das empresas instaladas são de base tecnológica e científica

Taguspark