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Viana do Castelo vai ter um novo mercado municipal

A praça sempre foi um local privilegiado para a compra de produtos frescos. O novo mercado que a autarquia projeta para 2023 vai proporcionar outro conforto e qualidade aos vianenses

19 de fevereiro de 2021 às 10:26

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O novo mercado municipal de Viana do Castelo vai nascer no mesmo local onde funcionava, até à sua demolição em 1965, o antigo mercado e onde se encontra atualmente o Edifício Jardim.

Esta obra estruturante vai conquistar um lugar na vida dos vianenses. O edifício, orçado em cerca de nove milhões de euros, deverá ser inaugurado em 2023, revitalizando o centro histórico e incentivando o consumo de produtos locais e tradicionais. Uma das grandes apostas é no pescado de Viana do Castelo, assim como outros produtos frescos e tradicionais como carnes, hortícolas e flores.

Os vianenses poderão aceder ao novo mercado municipal através de autocarro e autocarro elétrico, a pé ou de carro. Está previsto um estacionamento subterrâneo com 100 lugares, com ligação ao parque que já existe. Foi tudo previsto para permitir uma mobilidade que facilite o acesso ao mercado, que se apresenta como um espaço moderno, funcional e integrado com a envolvente comercial.

A autarquia pretende que o novo mercado municipal possibilite dinamizar a zona central de Viana do Castelo, tornando-a num polo de desenvolvimento da economia local, ao mesmo tempo que promove novas vivências, com lojas e espaços culturais, e promove os produtos locais das freguesias.

A nova construção recupera alguns dos arquétipos existentes no edifício do mercado municipal do final do século XIX, nomeadamente os volumes de remate nas esquinas do imóvel e a definição de um eixo central de comunicação entre as fachadas norte e sul. A volumetria e a caracterização das fachadas traduzem a funcionalidade interior e a sua relação com a envolvente, protegendo, no interior, os espaços que, pelas suas características, se destinam aos produtos mais perecíveis; em simultâneo, expõe ao exterior aqueles que, pela sua natureza, têm essa ligação natural com a rua ou a praça.

No piso 0 foi pensado um átrio central, no qual estarão os operadores tradicionais, em espaço de banca. Os espaços são concebidos numa espécie de ilha comercial para exposição. Aqui também estão localizadas as áreas técnicas de frio para conservação de pescado. Na área nascente, com menor atratividade, ficam os espaços técnicos de apoio ao mercado e, no exterior, estão previstas coberturas para venda de mercado ao ar livre, com conforto.

No piso superior, que funciona como mezanino, ficará um conjunto de atividades ligadas a serviços e espaços culturais. Na zona da cave, haverá uma zona de estacionamento ligado ao já existente parque de estacionamento. Na área das coberturas, estão previstos terraços técnicos nos topos dos torreões e outros equipamentos.

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