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30 de Abril de 2019 às 11:06

De forma sistemática ou pontual, em relações casuais ou em compromissos sérios, as práticas de BDSM podem ser o elemento que falta. Os mais conservadores olham ainda para a prática como estranha e associam-na a tarados, mas há muito para descobrir (e para gostar) no BDSM. 

Em primeiro lugar, é preciso esclarecer a sigla para se perceber a complexidade deste mundo. B/D corresponde a bondage e disciplina, D/S a dominação e submissão e S/M a sadismo e masoquismo. As práticas são tão variadas que podem ir do simples uso de algemas ao recurso a um cinto de castidade. Mas mesmo num mundo onde as possibilidades são ilimitadas, é importante estabelecer limites. Antes de se aventurar, é preciso definir até onde estão dispostos a jogar.

Que papel devo assumir?

O objetivo do BDSM é sempre o prazer de todos os intervenientes, que só será assegurado se houver conforto e confiança. Devem, em conjunto, escolher quem dominará e quem será dominado. Alguns casais definem-no pelo estereótipo "homem – dominador/ mulher – dominada", outros determinam consoante aquele que tem mais poder económico. A escolha é, no fim, sempre vossa. E se estão a começar, talvez o melhor seja experimentarem os dois papéis e perceber em qual deles se sentem melhor. Se gostarem de ambos, podem sempre trocar regularmente.

O BDSM tem de ser violento?

Não. Aliás, é importante não confundir as práticas BDSM com violência sexual ou doméstica. Todas as práticas têm de ser consentidas e acordadas por ambos – dominador e submisso – e os limites bem definidos. Depois, o BDSM inclui jogos sexuais que não precisam de ser físicos. Há, por exemplo, quem domine através de ordens, quem use expressões ou nomes específicos, quem apenas use cordas e algemas deixando o outro à mercê, sem dor per si.  

O que é preciso para a minha primeira experiência?

Mais uma vez, não há uma resposta factual. Precisam, primeiro, de vontade e de confiança. Depois, consoante aquilo que definiram – e a preparação deve ser feita não na hora antes, mas sim de forma ponderada e com tempo – podem ter alguns objetos sexuais convosco. Há kits para iniciantes de BDSM, com correntes, chicotes, pinças e coleiras. A partir daqui, as possibilidades são mais do que muitas, incluindo a de usarem tudo, ou de acabarem por nada usar.

Como é que tenho a certeza de que estou seguro?

Em primeiro lugar, antes de se iniciarem no mundo BDSM, devem fazer uma espécie de contrato – que pode ser escrito ou verbal – no qual definem os limites da experiência. Este contrato não é, obviamente, vitalício. Podem, por exemplo, definir um começo soft, com vendas, algemas e estimuladores de mamilos, que provocam sensações de prazer e de provocação, e avançar ao ritmo dos vossos desejos.

Devem, também, definir uma palavra de segurança, que servirá para parar qualquer prática no imediato. É importante que, durante a experiência, a pessoa dominada consiga sempre, de alguma forma, utilizar esta safe word, mesmo que esteja amordaçada.

Outra forma de se sentirem em segurança, principalmente se o fizerem com alguém de forma casual, é avisar uma pessoa da sua confiança de onde estará e de quando deverão voltar a comunicar. Não precisam de entrar em pormenores, mas é uma forma de sentir que alguém está alerta.

E se experimentar e não gostar?

Tal como todos os momentos são bons para experimentar novas aventuras, todos os momentos são bons para parar com aquelas que não lhes agradarem. No fim da experiência inicial, podem e devem debater aquilo que correu bem, mal, e se querem ou não continuar. Afinal, a dor só trará prazer se for sentida pelos dois!

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