Alemanha dá dupla cidadania a filhos de imigrantes
Com a nova legislação, cidadãos nascidos a partir de1990 não terão mais de andar com dois passaportes diferentes.
A Alemanha adotou uma nova lei que concede aos filhos de imigrantes a dupla cidadania para toda a vida, sem os obrigar a escolher entre o país onde nasceram e o país de origem dos pais.
Até agora, as crianças filhas de imigrantes nascidas na Alemanha obtinham ambas as nacionalidades -- alemã e da origem dos pais -- aquando do nascimento, mas, aos 23 anos, tinham que optar por uma delas, a não ser que pertencessem a um dos outros Estados-membros da União Europeia ou a uma dezena de outros países.
Com a nova legislação, aprovada no Parlamento alemão, na quinta-feira, com 463 votos a favor, 111 contra e uma abstenção, os cidadãos nascidos desde 1990 não terão mais que andar com dois passaportes diferentes, nem que fazer uma escolha muitas vezes difícil.
A lei aplica-se aos filhos de imigrantes que, aos 21 anos, tenham vivido na Alemanha pelo menos oito anos e frequentado o ensino local durante pelo menos seis, e ainda aos que detenham diplomas ou qualificações profissionais atribuídos por escolas alemãs.
A medida vai beneficiar sobretudo os muitos jovens da comunidade de origem turca que vive na Alemanha, estimada em três milhões de pessoas.
Mesmo assim, representantes da comunidade turca argumentaram que a nova lei não vai tão longe quanto seria desejável, porque exclui a primeira geração de imigrantes que chegaram à Alemanha como "trabalhadores convidados".
A reforma da lei de cidadania foi uma das exigências dos sociais-democratas (centro-esquerda) para aceitarem entrar na coligação de governo com os conservadores liderados pela chanceler Angela Merkel, no ano passado.
O ministro dos Assuntos Internos, o conservador Thomas de Maiziere, considerou a aprovação da lei "um grande passo", reconhecendo que foi difícil convencer os conservadores, que sempre se opuseram à dupla cidadania para a vida, argumentando que é impossível ser leal a dois países.
Já o social-democrata Ruediger Veit elogiou "o passo gigante em direção a uma lei de cidadania moderna", sublinhando que, "de agora em diante, qualquer criança nascida e criada na Alemanha permanecerá um cidadão alemão, com todos os direitos e obrigações".
Até agora, as crianças filhas de imigrantes nascidas na Alemanha obtinham ambas as nacionalidades -- alemã e da origem dos pais -- aquando do nascimento, mas, aos 23 anos, tinham que optar por uma delas, a não ser que pertencessem a um dos outros Estados-membros da União Europeia ou a uma dezena de outros países.
Com a nova legislação, aprovada no Parlamento alemão, na quinta-feira, com 463 votos a favor, 111 contra e uma abstenção, os cidadãos nascidos desde 1990 não terão mais que andar com dois passaportes diferentes, nem que fazer uma escolha muitas vezes difícil.
A lei aplica-se aos filhos de imigrantes que, aos 21 anos, tenham vivido na Alemanha pelo menos oito anos e frequentado o ensino local durante pelo menos seis, e ainda aos que detenham diplomas ou qualificações profissionais atribuídos por escolas alemãs.
A medida vai beneficiar sobretudo os muitos jovens da comunidade de origem turca que vive na Alemanha, estimada em três milhões de pessoas.
Mesmo assim, representantes da comunidade turca argumentaram que a nova lei não vai tão longe quanto seria desejável, porque exclui a primeira geração de imigrantes que chegaram à Alemanha como "trabalhadores convidados".
A reforma da lei de cidadania foi uma das exigências dos sociais-democratas (centro-esquerda) para aceitarem entrar na coligação de governo com os conservadores liderados pela chanceler Angela Merkel, no ano passado.
O ministro dos Assuntos Internos, o conservador Thomas de Maiziere, considerou a aprovação da lei "um grande passo", reconhecendo que foi difícil convencer os conservadores, que sempre se opuseram à dupla cidadania para a vida, argumentando que é impossível ser leal a dois países.
Já o social-democrata Ruediger Veit elogiou "o passo gigante em direção a uma lei de cidadania moderna", sublinhando que, "de agora em diante, qualquer criança nascida e criada na Alemanha permanecerá um cidadão alemão, com todos os direitos e obrigações".
Até agora, as crianças filhas de imigrantes nascidas na Alemanha obtinham ambas as nacionalidades -- alemã e da origem dos pais -- aquando do nascimento, mas, aos 23 anos, tinham que optar por uma delas, a não ser que pertencessem a um dos outros Estados-membros da União Europeia ou a uma dezena de outros países.
Com a nova legislação, aprovada no Parlamento alemão, na quinta-feira, com 463 votos a favor, 111 contra e uma abstenção, os cidadãos nascidos desde 1990 não terão mais que andar com dois passaportes diferentes, nem que fazer uma escolha muitas vezes difícil.
A lei aplica-se aos filhos de imigrantes que, aos 21 anos, tenham vivido na Alemanha pelo menos oito anos e frequentado o ensino local durante pelo menos seis, e ainda aos que detenham diplomas ou qualificações profissionais atribuídos por escolas alemãs.
A medida vai beneficiar sobretudo os muitos jovens da comunidade de origem turca que vive na Alemanha, estimada em três milhões de pessoas.
Mesmo assim, representantes da comunidade turca argumentaram que a nova lei não vai tão longe quanto seria desejável, porque exclui a primeira geração de imigrantes que chegaram à Alemanha como "trabalhadores convidados".
A reforma da lei de cidadania foi uma das exigências dos sociais-democratas (centro-esquerda) para aceitarem entrar na coligação de governo com os conservadores liderados pela chanceler Angela Merkel, no ano passado.
O ministro dos Assuntos Internos, o conservador Thomas de Maiziere, considerou a aprovação da lei "um grande passo", reconhecendo que foi difícil convencer os conservadores, que sempre se opuseram à dupla cidadania para a vida, argumentando que é impossível ser leal a dois países.
Já o social-democrata Ruediger Veit elogiou "o passo gigante em direção a uma lei de cidadania moderna", sublinhando que, "de agora em diante, qualquer criança nascida e criada na Alemanha permanecerá um cidadão alemão, com todos os direitos e obrigações".
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