Rui Horta e Costa renuncia aos CTT após notícia do CM
Alega motivos pessoais para abandonar o cargo, mas é arguido na Operação Marquês.
Rui Horta e Costa r
Documentos
08-02-2017_15_10_44 Comunicado CTT.pdfenunciou ao cargo de administrador não executivo dos CTT esta quarta-feira. A informação é confirmada pelos próprios CTT que, em comunicado, garantem que abandona o cargo por "motivos pessoais". A saída é definitiva, tendo em conta que o mesmo também garante não estar disponível para exercer o posto nos próximos anos.
"Horta e Costa comunicou hoje a esta Sociedade a sua renúncia ao cargo de Administrador Não Executivo dos CTT, assim como a sua indisponibilidade para o exercício de idênticas funções no mandato 2017-2019, por motivos pessoais supervenientes à divulgação ontem efetuada das Recomendações da Comissão de Governo Societário, Avaliação e Nomeações do Conselho de Administração dos CTT", é dito.
O CM desta quarta-feira noticiava que Rui Horta e Costa é o 21.º arguido da Operação Marquês, indiciado pelos crimes de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais. O também antigo administrador do resort Vale do Lobo é suspeito de, a par de Diogo Gaspar Ferreira, ter promovido o pagamento ilícito de dois milhões de euros a Armando Vara e Carlos Santos Silva, através de uma parcela de dinheiro não declarada no negócio de venda de um lote de terreno em Vale do Lobo ao holandês Sander van Gelder.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt