CGD admite "grande afluência" na abertura de contas
Após resolução do Banif
O vice-presidente da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Nuno Fernandes Thomaz, admitiu esta sexta-feira que a resolução do Banif terá contribuído para a "grande afluência" na abertura de contas na instituição pública.
"Se dissesse que não estaria a mentir", declarou o responsável aos jornalistas na Presidência do Governo Regional da Madeira, a Quinta Vigia, depois da assinatura de um protocolo com o executivo madeirense, quando instado a comentar se os problemas com o Banif representaram um aumento na abertura de novas contas na CGD.
Nuno Fernandes Thomaz adiantou que "houve muitas contas abertas na CGD", considerando que idêntica situação se terá registado noutros bancos.
O responsável salientou que a Caixa tem vindo a "incrementar a relação com o Governo Regional há dois anos", apontando que "as coisas têm corrido bastante bem" e que "não foi porque houve a resolução do Banif que a Caixa decidiu agora vir assinar o protocolo".
Escusando-se a revelar mais pormenores sobre o conteúdo do acordo, Nuno Fernandes Thomaz referiu apenas que vem "estreitar ainda mais a relação entre a Caixa Geral e a Região Autónoma da Madeira [RAM]" e "traduz a excelente relação" entre as duas instituições, decorrente do papel que o banco desempenhou "no apoio ao processo de reestruturação financeira da Madeira".
Instado a pronunciar-se sobre a sua permanência na CGD, respondeu: "Eu estou na Caixa e até o ultimo dia em que estiver vou continuar a trabalhar da mesma forma, desde o dia em que comecei, de forma empenhada e séria", remetendo uma posição para um momento posterior.
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