Dono da primeira "smartshop" em Portugal condenado a pena suspensa
Tribunal não condenou o arguido a cumprir a pena de prisão, pois este abandonou o negócio de substâncias ilícitas.
O Tribunal de Aveiro condenou , esta quarta-feira, a um ano e nove meses de prisão, com pena suspensa, o proprietário da primeira "smartshop" a abrir em Portugal, em 2007, que estava acusado de um crime de tráfico de estupefacientes.
O tribunal deu como provado que Carlos Marabuto tinha para venda no seu estabelecimento produtos contendo substâncias ativas proibidas por lei, designadamente mescalina, DMT e bufotenina.
"Da confissão do arguido e dos depoimentos das testemunhas não ficaram dúvidas sobre a factualidade descrita na acusação", disse a juíza presidente, durante a leitura do acórdão.
O coletivo de juízes não aceitou a justificação do empresário, que dizia estar convencido de que a venda daqueles produtos não era ilícita, porque não constavam das tabelas de substâncias proibidas.
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