EUA acusam português de integrar grupo que deu golpe milinário em petrolífera

Hugo André Ramalho Góis, de 39 anos, está entre os suspeitos de desviar 1,2 mil milhões de empresa venezuelana.

26 de julho de 2018 às 08:45
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O Departamento de Justiça norte-americano acusou na quarta-feira oito ex-funcionários da empresa estatal de petróleo venezuelana (PDVSA), incluindo um português, de 'lavagem' de dinheiro em Miami.

Em causa está a 'lavagem' de dinheiro de cerca de 1,2 mil milhões de dólares (cerca de mil milhões de euros) desviados da gigante petrolífera. Segundo avança o jornal da Florida Latin America Herald Tribune, o grupo obtinha dineheiro atavés de subornos e fraudes e depois montou um esquena para 'lavar' os lucros milionários através de empresas sedeadas na Florida.

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Em comunicado, a autoridade de justiça norte-americana indicou que os acusados usavam imóveis e esquemas sofisticados de investimentos falsos como parte de um esquema internacional.

Entre os suspeitos está o português Hugo André Ramalho Góis, de 39 anos, num grupo que também integra um alemão, um colombiano, um panamiano, um uruguaio e quatro venezuelanos.

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Matthias Krull, um alemão de 44 anos, foi detido em Miami e é tido pelas autoridades americanas como o mentor do esquema. 

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