EUA investigam importações de produtos fabricados por trabalho forçado na China

Minorias étnicas muçulmanas terão costurado vestuário desportivo exportado para os Estados Unidos.

19 de dezembro de 2018 às 06:47
China, EUA, bandeiras Foto: Reuters
bandeira, EUA, Estados Unidos Foto: Brian Snyder/Reuters
Bandeira da China Foto: Getty Images

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O Governo norte-americano afirmou esta quarta-feira que está a rever informações sobre trabalho forçado num campo de internamento no extremo oeste da China, onde minorias étnicas muçulmanas terão costurado vestuário desportivo exportado para os Estados Unidos.

Em comunicado, o Serviço de Alfândegas e Proteção das Fronteiras dos Estados Unidos disse que as informações avançadas pela agência de notícias Associated Press (AP) e outros meios de comunicação, "pela primeira vez parecem relacionar os campos de internamento identificados no oeste da China com a importação por uma empresa norte-americana de bens produzidos por trabalho forçado".

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Uma investigação recente da AP detetou encomendas a um dos campos de internamento, na região do Xinjiang, feitas pela Badger Sportswear, um importador do Estado norte-americano da Carolina do Norte.

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