Grécia: Atenas respira normalidade possível num momento de decisões cruciais
Em Atenas, parece que nada de dramático acontece em dias cruciais para o futuro deste país, da Europa e da zona euro, como se uma estranha normalidade se instalasse em definitivo após longos períodos de convulsão.
Apesar de algumas manifestações espontâneas de anarquistas, sem grande significado, dos habituais protestos do Partido Comunista (KKE), com reduzido impacto político, ou das recentes demonstrações dos "pró-europeus" e "pró-zona euro" frente ao parlamento nacional, tem sido o Governo do Syriza a mobilizar mais apoiantes para as ruas.
E neste aspeto, a Grécia volta a revelar-se um caso paradoxal face à suposta normalidade política europeia. Milhares a apoiarem um partido da esquerda radical que quase obteve maioria absoluta nas eleições de 25 de janeiro, e com diversos ministros a juntarem-se às manifestações sindicais organizadas no 1º de Maio.
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