Dirigentes europeus condenaram atentado em Istambul

39 pessoas morreram no ataque.

01 de janeiro de 2017 às 12:07
Ataque, Turquia, Istambul, discoteca, mortos, tiroteio Foto: Reuters
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O Presidente francês, François Hollande, e a chanceler alemã, Angela Merkel, estão entre os dirigentes mundiais que condenaram este domingo o atentado numa discoteca na Turquia na noite de Ano Novo, que causou 39 mortos e 69 feridos.

Num comunicado divulgado pelo Eliseu, Hollande denuncia "fortemente e com indignação o ato terrorista" contra o clube Reina, que deixou feridos três franceses, e reafirma o seu apoio à Turquia na luta contra o terrorismo.

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"Desumano e traiçoeiro" foi como a chanceler Angela Merkel classificou o atentado em Istambul, numa mensagem enviada ao Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, na qual transmite as suas condolências às famílias das vítimas.

Também o Ministério dos Negócios Estrangeiros grego expressou as suas "sinceras condolências às famílias das vítimas" do atentado, e "plena solidariedade com o povo turco", num comunicado em que condena o "brutal" ataque à discoteca Reina.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, foi outro dos chefes de Estado a enviar condolências, tendo confirmado a existência de uma cidadã israelita ferida e outra desaparecida.

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Entre os mortos estão 16 estrangeiros, segundo o ministro do Interior turco, Suleyman Soylu.

"Enviamos as nossas condolências às famílias das vítimas e os desejos de uma pronta recuperação aos feridos, entre os quais se encontra, infelizmente, uma cidadã israelita", declarou Netanyahu durante uma reunião do executivo, citado num comunicado do seu gabinete.

Em 2016, morreram pelo menos 180 pessoas em ataques na Turquia atribuídos ao grupo extremista Daesh e aos rebeldes curdos.

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