Intuição é o principal recurso da coreógrafa Tânia Carvalho para criar
A coreógrafa Tânia Carvalho, cuja obra vai ser alvo de um ciclo que tem início na sexta-feira, em Lisboa, recorre sobretudo à intuição para desenhar as suas peças de dança, com base numa condição de vazio que permita a criatividade.
Vinte anos do universo criativo da coreógrafa, que cruza a dança, a pintura, a música e o cinema, vão ser recordados num ciclo de espetáculos que decorre até 04 de março, em três teatros de Lisboa.
O ciclo inclui peças já apresentadas, desde "Icosahedron", que abre o ciclo, na sexta-feira e no sábado, no Teatro Maria Matos, a "27 Ossos", a apresentar a 03 e 04 de fevereiro, no Teatro São Luiz, e a estreia do filme coreografado "Um Saco e uma Pedra", musicado por Diogo Alvim, mais uma nova peça, pela Companhia Nacional de Bailado.
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