Santos Silva na Argélia para discutir relações bilaterais

Assuntos económicos vão dominar a agenda.

27 de fevereiro de 2016 às 18:59
ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, Argélia, Governo, política Foto: António Cotrim/Lusa
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O ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, iniciou este sábado uma visita oficial à Argélia, onde vai encontrar-se com membros do Governo e com o Presidente, com as relações bilaterais, em particular os assuntos económicos, a dominar a agenda.

À chegada a Argel, capital argelina, o governante português foi recebido pelo ministro de Estado, dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação Internacional, Ramtane Lamamra, no aeroporto internacional Houari Boumediene.

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"A agenda é muito simples. Houve uma reunião de alto nível [quarta cimeira de alto nível] em 2015, devemos examinar a implementação de decisões que foram tomadas nesta ocasião", disse o governante português, à chegada, em declarações à imprensa, que fez em francês.

Na sua visita oficial, a primeira que realiza à Argélia, o governante português pretende também preparar a reunião do grupo de trabalho económico dos dois países, que deverá reunir-se este ano, bem como "rever as questões de natureza regional", acrescentou. Após um breve encontro com o seu homólogo, o ministro participa num jantar com vários membros do Governo.

A visita prossegue no domingo, quando Santos Silva volta a reunir-se com Ramtane Lamamra, e, de seguida, com o ministro dos Assuntos Magrebinos, da União Africana e da Liga dos Estados Árabes, Abdelkader Messahel. Depois, o ministro almoça com empresários portugueses e, de seguida, reúne-se com o primeiro-ministro, Abdelmalek Sellal, e, mais tarde, com o Presidente da República, Abdelaziz Bouteflika, ato que conclui a deslocação oficial à Argélia.

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Com esta visita, Santos Silva completa o ciclo de deslocações ao Magrebe - depois de ter visitado Marrocos e Tunísia -, região que constitui "uma prioridade para a política externa portuguesa, no campo do relacionamento político, económico e cultural", segundo o Governo.

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