Mulher de 57 anos morre devido a gripe A na Madeira

Esta é a segunda vítima mortal dos sete utentes que foram internados no Hospital do Funchal.

22 de janeiro de 2018 às 20:16
O maior hospital do País, Santa Maria, abriu um pavilhão para fazer face ao pico de afluência devido à gripe. Tem 24 camas - na quarta-feira estavam todas ocupadas Foto: Pedro Simões
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Uma mulher de 57 anos morreu no Hospital do Funchal, sendo a segunda vítima mortal dos sete utentes que foram internados naquela unidade com o vírus da gripe A, informou o Serviço de Saúde da Madeira (SESARAM).

Numa nota divulgada esta segunda-feira, o SESARAM confirma que se registaram sete internamentos devido a este vírus, tendo a primeira morte, uma mulher com 59 anos, ocorrido a 13 de janeiro.

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Hoje, morreu mais uma mulher na "sequência do agravamento do estado clínico", sendo uma doente com "comorbilidade [presença de duas ou mais doenças] associada, o que dificultou todo o processo de recuperação", adianta a mesma informação.

Segundo a nota, a mulher esteve internada nos últimos dias na Unidade dos Cuidados Intensivos (UCIP) do Hospital Dr. Nélio Mendonça.

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Este serviço acrescenta que dois adultos ainda se "mantêm internados na UCIP e inspiram cuidados".

Sobre as restantes situações, menciona que os outros três já recuperaram e tiveram alta hospitalar, sendo um uma criança de sete nos e outros dois adultos.

O SESARAM refere que "foram adotadas as medidas recomendáveis nestas situações para a proteção da saúde e da segurança dos doentes, familiares e profissionais" destes utentes.

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Também assegura que "os serviços de saúde estão preparados para prestar os cuidados necessários, caso sejam registados mais casos de gripe nos próximos dias".

"Existe um plano de contingência da gripe, que será ativado caso se verifique o aumento da atividade gripal", sublinha.

O serviço realça que, em caso de doença aguda pouco urgente, as pessoas devem "no primeiro momento, recorrer ao centro de saúde da sua área de residência, e solicitar atendimento através das vagas do dia" e nas urgências das unidades que tiverem esta valência.

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"A população deve recorrer ao Serviço de Urgência hospitalar apenas em situações graves e/ou urgentes", recomenda o SESARAM.

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