Portugal tem meios suficientes para operação anti-pirataria no golfo da Guiné
Rui Machete, assumiu esta sexta-feira, que está a analisar a eventual participação de militares nessas ações de patrulhamento, garantindo que ainda não existe "plano concertado" de atuação internacional.
O chefe de Estado-Maior da Armada (CEMA) portuguesa garantiu esta sexta-feira, que aquele ramo tem "meios suficientes e capazes" para uma missão de combate à pirataria no golfo da Guiné, sublinhando contudo os custos financeiros que pode implicar.
"A questão é mais ter meios financeiros para suportar estas operações, porque são dispendiosas. Importa ter isso em consideração nas opções que o Governo irá fazer", disse o almirante Luís Manuel Fragoso, em entrevista à Lusa, em Luanda, onde participou no 38.º aniversário da Marinha de Guerra angolana.
Em maio passado, o ministro da Defesa de Angola, João Lourenço, disse que os países que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) estão a estudar a realização de operações de combate à pirataria no Golfo da Guiné.
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