Sindicato da PJ reanalisa greve
A Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC/PJ) vai, na segunda-feira, confrontar os sócios com três soluções, que passam pelo endurecimento, manutenção ou suspensão das formas de luta até à tomada de posse do novo Governo.
Em comunicado, a direcção da ASFIC, liderada pelo inspector Carlos Garcia, decidiu que, devido à nova conjuntura política, devia dar novamente a palavra aos sócios sobre a possibilidade de adaptarem novas formas de luta, depois da greve parcial que decorre desde 15 de Dezembro.
Na próxima segunda-feira vão ser realizadas assembleias regionais simultâneas onde vão ser analisadas três alternativas.
Uma passa pela "suspensão de todas as medidas de luta em curso, até ao 30º dia após a tomada de posse do futuro Governo, com recomeço imediato e automático das mesmas medidas, se não houver um sinal concreto e satisfatório".
Contudo, serão mantidos, apesar de suspensos, os actuais pré-avisos de greve por tempo indeterminado ao trabalho extraordinário, como "escudo protector" dos associados que entendam continuar a recusar trabalhar fora do horário normal de serviço.
Outra das alternativas a propor é a manutenção das actuais formas de luta em vigor, isto é, a greve ao trabalho extraordinário, ao trabalho durante a hora de almoço e a exigência do pagamento antecipado de ajudas de custa.
Outra hipótese é o "endurecimento da luta, designadamente, com greve às prevenções".
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