Temporada da Metropolitana 2017/18 é de "continuidade e reinvenção" - Maestro
A temporada 2017/18 da Orquestra Metropolitana de Lisboa, apresentada hoje, vai concretizar 150 projetos, do atelier de ópera à estreia de Sérgio Godinho com orquestra, e foi definida pelo diretor artístico, Pedro Amaral, como de "continuidade e reinvenção".
O concerto de Sérgio Godinho, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML), está agendado para junho do próximo ano, no Teatro S. Luiz, em Lisboa, enquanto o atelier de ópera regressa em quinta edição, de janeiro a fevereiro do próximo ano, de novo com direção do barítono Jorge Vaz de Carvalho.
Na próxima temporada da OML, apresentada pelo diretor artístico e pelo diretor executivo da Associação Música Educação e Cultura (AMEC/Metropolitana), António Mega Ferreira, a orquestra vai desenvolver cerca de 150 projetos, entre os quais, um ciclo dedicado aos compositores proscritos ou que foram obrigados a exilar-se, "Voix Etouffees", e as estreias de uma composição de Francisco Chaves, "Concerto de Sombras", para violino e orquestra, e de outra de Alain Bioteau, "Impressões Lisboa".
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