Turim é indústria, cultura e... futebol

Conheça a cidade fundada por César Augusto que ergue quatro bandeiras: a Fiat, a egiptologia, o património e a Juventus.

26 de julho de 2018 às 21:25
Turim Foto: Direitos Reservados
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A capital da industrializada Piamonte ergue quatro grandes bandeiras: a Fiat, a egiptologia, o património e a Juventus. Mas estes dias foi hasteado em Turim um novo estandarte: Cristiano Ronaldo.

O estádio da Juventus fica nos arredores e merece uma visita, até porque tem classificação máxima da FIFA. Mas a cidade mais alpina de Itália, rodeada de picos brancos quase todo o ano, cavou as suas origens na fundação do Império Romano, muito antes de alguém imaginar que, algum dia, haveria carros ou se jogaria futebol.

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A história é longa e o património imenso, mas o edificado da parte antiga é o construído entre os séculos XVI e XIX, com destaque para os grandes palácios que integraram o conjunto de residências da família Saboia.

Santo Sudário é atração para católicos de todo o Mundo 

Propriedade da Casa de Saboia durante mais de 500 anos (entre 1453 e 1983), o lençol de linho com que José de Arimateia envolveu o corpo de Cristo, após a descida da Cruz, é a principal relíquia de Jesus existente na atualidade e encontra-se na Catedral de S. João Batista de Turim.

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O Santo Sudário, como é designado, não pode ser visto pelos fiéis, porque a exposição à luz é extremamente prejudicial, mas encontra-se num cofre e conta com um altar especial na Catedral, local de oração para milhares de católicos de todo o Mundo. 

Maior museu egípcio

É imenso o património histórico e cultural da cidade de Turim. O Palácio Real é deslumbrante, assim como o Palácio ‘Madama’, a  Mole Antonelliana, uma torre  com quase 170 metros de altura, ou mesmo o Museu Automóvel, que é o maior de Itália. Mas o ex-líbris da cidade é, sem dúvida, o Museu Egípcio.

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Instalado desde 1824 num palácio do séc. XVII, propriedade da Academia das Ciências, o museu possui um espólio de mais de 33 mil peças, das quais 6500 se encontram em exposição. A estátua da princesa Redit ou a estátua sentada do faraó Ramsés II são apenas dois exemplos do muito que pode ver-se nesta inacreditável viagem ao Egito antigo. 

Onde comer e o que fazer 

Museu Automóvel

Mole Antonelliana

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Edificada em finais do séc. XIX, era para ser uma sinagoga, mas tornou-se um extraordinário miradouro para as montanhas dos Alpes. 

Parque Valentino

Ótimo local para restaurar energias. Um parque, junto ao rio Po, onde se situa uma réplica extraordinária de uma aldeia medieval. 

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Ficha de viagem 

Como ir:

Onde ficar: Não é dos maiores polos turísticos de Itália, como Roma, Florença ou Veneza, mas a oferta hoteleira é variada e de qualidade

Onde comer: Nas vias Giuseppe Garibaldi ou S. Tommaso há restaurantes de excelência.

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