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Correio da Manhã

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Advogado quer que caso do desaparecimento de Rui Pedro não prescreva

Recurso do arguido Afonso Dias está a ser julgado no Supremo Tribunal de Justiça.
22 de Maio de 2014 às 15:17

O advogado da família de Rui Pedro, uma criança de Lousada desaparecida a 4 de março de 1998, considerou esta quinta-feira "salutar" que o processo não prescreva.

"Acho que seria salutar que este processo não acabasse com prescrição", disse o advogado Ricardo Sá Fernandes aos jornalistas, no final da audiência desta quinta-feira, no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), em Lisboa, onde está a ser julgado o recurso do arguido Afonso Dias, condenado pelo Tribunal da Relação do Porto a três anos e seis meses de prisão efetiva, pelo rapto do jovem Rui Pedro.

Ricardo Sá Fernandes acrescentou que o processo judicial corre "um grande risco de prescrever", caso o STJ siga a orientação do voto de vencido de um dos juízes da Relação do Porto, que considerou que o arguido Afonso Dias tinha cometido crime de abuso sexual de menor e não o de rapto.

rui pedro advogado STJ
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