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Agências de modelos brasileiras exigem atestados médicos

As agências de modelos brasileiras vão passar a exigir um atestado médico aos seus modelos, antes de os contratar, uma medida anunciada depois da morte de uma manequim por complicações resultantes de uma anorexia.
18 de Novembro de 2006 às 11:57
Representantes das principais agências de modelos do país reuniram-se ontem em São Paulo para fixar novas normas de contratação e evitar que a morte do modelo Ana Carolina Reston Marcan, de 21 anos, prejudique a imagem da profissão. Recorde-se que a modelo faleceu na passada terça-feira, em São Paulo, em consequência de problemas derivados da anorexia nervosa.
Eli Hadid, responsável da agência Mega Model, que convocou a reunião, a decisão de pedir atestados médicos às aspirantes a modelo "é uma prova de boa vontade das agências para resolver um problema social grave".
Além de Mega Model, participaram na reunião responsáveis das agências Elite, Marilyn, Ford, MM e L'Equipe, com a qual trabalhou a modelo que morreu.
As agências assinalaram que, além de exigirem atestados médicos e exames de sangue para se certificaram do bom estado de saúde das jovens, rejeitarão todas as que se submeterem a regimes alimentares agressivos e ser-lhes-á exigido ter como mínimo o tamanho 38.
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