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Correio da Manhã

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Ambiente pré-eleitoral não ameaça orçamento de estado

Marcelo vê condições para PS, PCP e BE aprovarem OE e concluírem a legislatura.
José Durão 30 de Agosto de 2018 às 10:06
Presidente da República conversou com os mais jovens, na praia do Mosteiro
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa
Presidente da República conversou com os mais jovens, na praia do Mosteiro
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa
Presidente da República conversou com os mais jovens, na praia do Mosteiro
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa
Apesar de todos os partidos estarem já em ambiente pré-legislativas, o Presidente da República acredita que não haverá problemas na aprovação do Orçamento do Estado para 2019.

Marcelo Rebelo de Sousa recorda que tem dito sucessivamente que "a legislatura chega ao fim".

O Chefe de Estado crê que Governo e parceiros vão acabar por se entender sobre o documento, apesar do tom mais duro de PCP e BE.

"Não estou muito preocupado, francamente", disse após mergulhar nas águas da praia fluvial de Ana de Avis, em Figueiró dos Vinhos, no encerramento do périplo de três dias que realizou pelas zonas afetadas pelos incêndios de junho de 2017. "É óbvio que já todos os partidos entraram em campanha eleitoral", reconheceu Marcelo.

Ainda assim, frisou, "há propostas concretas [de PCP e BE] em matéria fiscal, e o Governo parece ir nesse sentido, há propostas do domínio das pensões, e o Governo parece que vai nesse sentido e há propostas no domínio dos benefícios sociais, no domínio do emprego e da educação".

"Quem somar as peças do puzzle, vê que não deve ser por acaso. Devem estar em curso conversas", sublinhou, lembrando que "em rigor, o debate eleitoral já começou".

"Há muito que fazer" na reconstrução 
Entre os cinco concelhos que visitou nos últimos dias, Marcelo Rebelo de Sousa mostrou especial preocupação com a situação de Pedrógão Grande. "Há muito que fazer", disse. "São mais necessidades", acrescentou.

A sul, no distrito de Santarém, o município de Mação prepara-se para contestar a forma como as ajudas têm sido distribuídas pelo Estado.

Ao contrário de vários concelhos afetados, Mação não terá apoio a 100 por cento. Vasco Estrela, presidente da câmara, apelou a que "termine a injustiça".
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