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APAF reconhece que era difícil contar com árbitros portugueses no Euro2016

Lusa 15 de Dezembro de 2015 às 14:10

O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) admitiu hoje que era difícil contar com 'juízes' lusos na fase final do Euro2016, não pela falta de qualidade, mas pela ausência de estratégia na gestão de carreiras.

"O que a UEFA tem em conta para estas designações é o grupo que os árbitros ocupam. Estes saem do grupo de elite, no qual não temos nenhum desde a saída do Pedro Proença e do Olegário Benquerença. Tivemos alguma esperança que o Artur Soares Dias ou o Jorge Sousa pudessem chegar ao grupo de elite, na última semana, mas, não tendo acontecido, seria muito difícil ter algum português na fase final, daí não considerar uma deceção", afirmou José Fontelas Gomes à agência Lusa, reagindo à designação dos 18 'juízes' escolhidos pela UEFA.

Portugal voltou a ficar sem árbitros numa fase final de um Campeonato da Europa, tal como em 2008, depois de Pedro Proença ter estado em 2012, ano em que arbitrou a final do torneio.

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