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Correio da Manhã

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Associações voltam a apelar à UE para usar dados científicos nas quotas de pesca

Caminho que Portugal também deve seguir na gestão nacional de alguns stocks.
26 de Junho de 2014 às 12:11

Associações internacionais de defesa dos oceanos voltaram hoje a apelar às autoridades europeias para definirem os limites de pesca com base nos pareceres científicos, caminho que Portugal também deve seguir na gestão nacional de alguns stocks, como na sardinha.

"O que temos vindo a pedir é que sejam respeitados os pareceres científicos sobre os vários stocks e alguns dos mais importantes para Portugal acabam por não ser geridos pela União Europeia" e sim pelo país, disse hoje à agência Lusa Gonçalo Carvalho Sciaena (Associação de Ciências Marinhas e Cooperação).

Para o representante em Portugal de organizações internacionais nesta área como a norte-americana Pew, "é importante que não aconteça o que tem acontecido em anos anteriores, em que os pareceres científicos não têm sido respeitados".

E será ainda mais importante nesta fase, em que há novas medidas - nomeadamente relacionadas com a proibição das rejeições -, ter maior atenção ao aconselhamento científico, salientou.

Economia pescas Portugal oceanos
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