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Autarca de Góis acusou antiga empresa Águas do Mondego de "falhanço" no abastecimento de água

Lusa 30 de Abril de 2016 às 13:50

A presidente do município de Góis, Lurdes Castanheira, acusou hoje a antiga empresa Águas do Mondego de ter sido um "falhanço total" para o concelho [distrito de Coimbra] na rede de abastecimento, com graves prejuízos para a população.

"Durante mais de uma década acreditámos no compromisso que a Águas do Mondego [entretanto fundida com os sistemas do Lis e da Ria] assumiu com Góis para o abastecimento de água, mas não houve um cêntimo de investimento", disse a autarca, que inaugurou hoje um novo sistema de abastecimento, totalmente suportado pela Câmara.

Constituído por uma captação no rio Ceira, estação elevatória, três reservatórios e cinco quilómetros de condutas, o novo sistema custou 300 mil euros e vai abastecer 3.000 pessoas da vila de Góis e da freguesia de Vila Nova do Ceira, que eram as mais afetadas pela falta de água de qualidade.

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