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BCP diz que "não há nada que fique por fazer" quanto a devedores mas não comenta Berardo

Lusa 29 de Julho de 2019 às 18:54

O presidente executivo do BCP disse hoje que "não há nada que fique por fazer" para cobrar dívidas, mas "dentro dos limites da lei e da ética", escusando-se a comentar notícias sobre o arresto da coleção Berardo.

"Tudo faremos e fazemos para recuperar as dívidas ao BCP. Ponto final, parágrafo. E quando digo tudo, é tudo, dentro dos limites da lei e da ética. Não há nada que fique por fazer", disse Miguel Maya durante a apresentação de resultados semestrais do BCP (lucro de 169,8 milhões de euros), escusando-se a especificar casos concretos de clientes.

"Acompanhamos todos os processos de uma forma muito intensa, não esperamos que as coisas aconteçam. Estamos a acompanhar tudo. Não comentamos é coisa nenhuma" disse Miguel Maya em reação à notícia de hoje do jornal Público que faz referência ao arresto das obras de arte da coleção Berardo, articulada entre membros do Governo e os bancos credores (BCP, Caixa Geral de Depósitos e Novo Banco).

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