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CMVM detetou "indícios de fuga de informação" sobre medida de resolução

A entidade liderada por Carlos Tavares efetuou diligências internacionais.
Lusa 8 de Julho de 2016 às 21:58
O presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários Carlos Tavares
O presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários Carlos Tavares FOTO: António Cotrim/Lusa

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) adiantou esta sexta-feira que detetou "indícios de fuga de informação" por altura da preparação da aplicação da medida de resolução ao Banco Espírito Santo (BES), em 2014, através de "diligências internacionais".

O supervisor do mercado português constatou, "com base em diligências internacionais realizadas, indícios de fuga de informação sobre atos destinados a preparar a adoção da medida de resolução", lê-se no relatório anual de 2015 da CMVM, hoje divulgado.

A entidade liderada por Carlos Tavares efetuou "diligências destinadas a confirmar e a apurar o modo de obtenção de informação privilegiada sobre a iminente intervenção no BES e a constituição de um 'bad bank' [banco mau] e sobre o âmbito da eventual transmissão dessa informação a investidores que a possam ter utilizado para realizar transações".

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