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BES: Resolução do banco e venda da Tranquilidade impedem gestão controlada das 'holdings' - ESFG

Lusa 3 de Outubro de 2014 às 18:10

A intervenção do Banco de Portugal no BES e a venda da participação do ESFG na Tranquilidade foram decisivas para a rejeição dos pedidos de gestão controlada apresentados pelas 'holdings' ESFG e ESFIL no Luxemburgo, informou hoje o ESFG.

"Devido, em particular, à resolução aplicada pelo Banco de Portugal ao Banco Espírito Santo [BES], de que resultou a criação do Novo Banco, e à apropriação e venda da participação do ESFG [Espírito Santo Financial Group] na Tranquilidade, o tribunal concluiu que uma reestruturação do ESFG e da ESFIL [Espírito Santo Financière] era impossível e que uma gestão controlada não iria beneficiar os credores numa liquidação ordenada dos ativos do ESFG e da ESFIL", revelou o ESFG, num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

No documento é salientado o facto de "os procedimentos relativos às aplicações para gestão controlada da Espírito Santo International e da RioForte Investments, os principais acionistas indiretos do ESFG, estão a decorrer".

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