O Brasil deve investigar as alegações de que atiradores de elite da polícia mataram pelo menos duas pessoas num bairro pobre do Rio de Janeiro no final do mês passado, defendeu hoje a Human Rights Watch (HRW).
Segundo a organização não-governamental, há pelo menos três casos suspeitos de disparos de tiros que podem ter sido realizados do cimo de uma torre da polícia, que provocaram dois mortos e um ferido na favela de Manguinhos.
Carlos Eduardo Santos Lontra, de 27 anos, foi morto a tiro no dia 25 de janeiro numa pequena praça no final da Rua São Daniel, na favela de Manguinhos.
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