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Correio da Manhã

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Caso BCP: Advogados dos arguidos admitem recorrer da condenação

Julgamento centrou-se nas 17 sociedades 'offshore', sediadas nas Ilhas Caimão, constituídas pelo BCP, para influenciar os valores de mercado das ações do banco e o 'rating' [avaliação] dos títulos do BCP.
2 de Maio de 2014 às 18:46

As equipas de defesa de Jardim Gonçalves, António Rodrigues e Filipe Pinhal admitem recorrer da decisão do coletivo de juízes que julgou o processo-crime no âmbito do caso BCP, sendo quase certo que vão solicitar a intervenção dos tribunais superiores.

Quer Magalhães e Silva, advogado de Jardim Gonçalves, quer Rogério Alves, que defende António Rodrigues, disseram aos jornalistas que devem recorrer da sentença hoje proferida nas Varas Criminais de Lisboa. Uma decisão que também deverá ser tomada por Carlos Pinto Abreu, advogado de Filipe Pinhal. Todos os responsáveis deram conta da sua intenção de tomar uma decisão definitiva sobre o assunto só após uma atenta leitura do acórdão.

A informação foi prestada aos jornalistas no final da sessão de leitura do acórdão, que durou toda a manhã e ditou a condenação de Jardim Gonçalves, fundador do BCP, a uma pena de dois anos de prisão, que fica suspensa mediante o pagamento de 600 mil euros, pelo crime de manipulação de mercado.

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