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Correio da Manhã

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Castro Caldas vê conflito de interesses de ex-empresa do GES nos submarinos

Para o antigo ministro, "há conflito de interesses" e "não venham os banqueiros dizer que há 'chinese walls' (fronteiras) nas suas empresas. O tempo e a história vão demonstrar o que fazem todos esses baralhos de cartas, essa despersonalização de empresas".

16 de Julho de 2014 às 20:17

O ex-ministro da Defesa Castro Caldas apontou esta quarta-feira o conflito de interesses de uma antiga empresa do Grupo Espírito Santo (GES) no negócio dos submarinos alemães e respetivas contrapartidas negociadas com o Estado português.

Questionado pelos deputados Mariana Mortágua (BE), João Ramos (PCP) e José Magalhães (PS) sobre eventuais pressões e o envolvimento da ESCOM, então pertencente ao GES, mas entretanto vendida à Sonangol (petrolífera de Angola), Júlio Castro Caldas declarou que aquela empresa era consultora do consórcio germânico que construiu os navios, tendo procuração para tal.

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