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Chefias militares propuseram agregar todos os suplementos num único documento - CEMGFA (C/ADUIO)

Lusa 2 de Março de 2015 às 14:29

O Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA afirmou hoje que os responsáveis militares não propuseram ao Governo um novo suplemento remuneratório, mas apenas agregaram os existentes, tendo por base as especificidades das diversas especialidades.

"Não é um novo suplemento. De acordo com as orientações políticas, há uma redução do número dos suplementos que existiam", disse o general Artur Pina Monteiro no Funchal após uma audiência com o representante da República, comentando a notícia do Correio da Manhã que avançou que as chefias militares propuseram ao Governo um novo suplemento remuneratório, com uma tabela cujos valores variam entre os 127,12 e os 1131,65 euros.

Segundo Pina Monteiro, "os chefes militares reduziram todos os suplementos militares que havia a um suplemento", explicando que os valores "apenas vão variar consoantes o risco, o grau de exigência que determinadas especialidades têm, como pode ser um mergulhador, um piloto, um homem que vai fazer desativação de engenhos explosivos".

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