O Governo chinês quer proteger as suas crianças das influências do estrangeiro e elegeu como novo inimigo os livros infantis que chegam do exterior, que segundo um grupo de livreiros, vai começar a ser limitado.
As autoridades de Pequim estão a preparar uma ordem pela qual será reduzido "drasticamente o número de contos infantis estrangeiros publicados no país", segundo disseram várias fontes do setor editorial ao diário independente de Hong Kong South China Morning Post.
Trata-se de uma campanha para reduzir a influência de ideias estrangeiras e melhorar o controlo ideológico das crianças, apesar de estes textos terem pouco ou nenhuma implicação política, referem.
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