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CIP diz que Fiscalidade Verde é "particularmente gravosa" para competitividade

Lusa 28 de Outubro de 2014 às 11:53

O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) criticou hoje a carga fiscal prevista no Orçamento do Estado para 2015 (OE2015), nomeadamente a Fiscalidade Verde que considerou "particularmente gravosa" para a competitividade das empresas.

"Ao invés de combinar um conjunto equilibrado de estímulos e penalizações com impacto na adoção de comportamento mais saudáveis do ponto de vista ambiental (...) a presente reforma prevê um agravamento da tributação em mais de 165 milhões de euros, dos quais apenas 17 milhões serão utilizados no financiamento de medidas de incentivo no domínio ambiental", criticou António Saraiva, na abertura do V Congresso da Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA).

Em causa está a tributação suplementar dos combustíveis, através da criação de uma taxa de carbono nos setores não abrangidos pelo Comércio Europeu de Licenças de Emissão, que representa um aumento de 95 milhões de euros da receita fiscal, "pesando diretamente sobre as atividades económicas em cerca de 70 milhões de euros".

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