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Motoristas de matérias perigosas ameaçam com nova greve se reivindicações não tiverem resposta

Pretendem um salário de 1.200 euros, um subsídio de 240 euros e a redução da idade de reforma.
Lusa 29 de Abril de 2019 às 17:52
Longas filas nos postos de combustível
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O sindicato dos motoristas de matérias perigosas lamentou esta segunda-feira que a ANTRAM não estivesse preparada para as negociações, dando-lhe agora sete dias para responder às reivindicações e pondo em cima da mesa a possibilidade de uma nova greve.

Pedro Pardal Henriques, do Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), disse estranhar que a Associação Nacional de Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) não conhecesse já as reivindicações dos motoristas, garantindo que a estrutura sindical não está "a brincar" e exigindo que a associação se pronuncie dentro de uma semana.

O SNMMP e a ANTRAM estiveram hoje reunidos no Ministério das Infraestruturas, em Lisboa, sob a mediação do Governo, representado pelo advogado Guilherme Dray.

Caso a associação não se pronuncie dentro do prazo estipulado, os trabalhadores vão utilizar "todos os mecanismos" de que dispõem, em especial, e "muito provavelmente", uma nova paralisação, assegurou Pedro Pardal Henriques, o assessor jurídico do sindicato e antigo vice-presidente.

Entre as reivindicações dos motoristas de matérias perigosas está um salário de 1.200 euros, um subsídio de 240 euros e a redução da idade de reforma.
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