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Coreia do Sul promete "duro castigo" às provocações de Pyongyang

Coreia do Norte diz que 4,7 milhões de pessoas se querem alistar no exército.
Lusa 28 de Setembro de 2017 às 05:47
Moon Jae-in
Kim Jong-un, Presidente da Coreia do Norte
Agência de notícias da Coreia do Norte divulga imagens do míssil que sobrevoou o Japão
Agência de notícias da Coreia do Norte divulga imagens do míssil que sobrevoou o Japão
Soldados em parada na Coreia do Norte
Milhares saíram à rua na Coreia do Norte paa apoiar Kim Jong-un
Milhares saíram à rua na Coreia do Norte paa apoiar Kim Jong-un
Coreia do Norte
Moon Jae-in
Kim Jong-un, Presidente da Coreia do Norte
Agência de notícias da Coreia do Norte divulga imagens do míssil que sobrevoou o Japão
Agência de notícias da Coreia do Norte divulga imagens do míssil que sobrevoou o Japão
Soldados em parada na Coreia do Norte
Milhares saíram à rua na Coreia do Norte paa apoiar Kim Jong-un
Milhares saíram à rua na Coreia do Norte paa apoiar Kim Jong-un
Coreia do Norte
Moon Jae-in
Kim Jong-un, Presidente da Coreia do Norte
Agência de notícias da Coreia do Norte divulga imagens do míssil que sobrevoou o Japão
Agência de notícias da Coreia do Norte divulga imagens do míssil que sobrevoou o Japão
Soldados em parada na Coreia do Norte
Milhares saíram à rua na Coreia do Norte paa apoiar Kim Jong-un
Milhares saíram à rua na Coreia do Norte paa apoiar Kim Jong-un
Coreia do Norte

O Presidente sul-coreano, Moon Jae-in, instou esta quinta-feira ao fortalecimento das capacidades defensivas do país e assegurou que Seul vai responder com um "duro castigo" às "provocações imprudentes" de Pyongyang.

"A determinação do nosso Governo em proteger a paz requer capacidades defensivas fortes. Responderemos às provocações imprudentes com um duro castigo", disse Moon numa cerimónia comemorativa do dia das Forças Armadas.

Durante a celebração, realizada no quartel da segunda frota da Marinha em Pyeongtaek (a 70 quilómetros de Seul), foi exibido armamento estratégico, incluindo projéteis balísticos Hyunmoo-2 e mísseis de cruzeiro Hyunmoo-3.

Apesar de a mensagem de Moon não ser nova, o lugar escolhido para a cerimónia, a exibição de armamento e a insistência na necessidade de reforçar sistemas de ataque preventivo serviram para sublinhar o fortalecimento da postura de Seul perante os contínuos testes de armas por Pyongyang.

"Sem uma defesa forte, não podemos nem protegermo-nos, nem conseguir paz", sublinhou Moon Jae-in perante cerca de 3.700 efetivos reunidos em Pyeongtaek, segundo um comunicado e o discurso divulgado pelo gabinete presidencial.

Moon iniciou o seu mandato em maio com uma proposta de diálogo com o regime de Kim Jong-un, que Pyongyang rejeitou, argumentando que Seul devia afastar-se da influência de Washington.

Desde então, a Coreia do Norte lançou dez mísseis balísticos, incluindo os primeiros de alcance intercontinental, e realizou um teste nuclear no passado dia 03 de setembro, o que gerou novos pacotes de sanções da ONU.


Coreia do Sul diz que 4,7 milhões de pessoas querem alistar-se no exército

 Ojornal Rodong, da Coreia do Norte, noticia esta quinta-feira que 4,7 milhões de norte-coreanos pediram para se alistar ou realistar no exército na última semana

Este é o número de "trabalhadores e estudantes", em que se incluem 1,22 milhões de mulheres, que nos últimos seis dias pediram para integrar as fileiras do Exército Popular da Coreia, na sequência das crítica do líder Kim Jong-un ao discurso do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na ONU, indicou o jornal.

Num comunicado emitido na passada sexta-feira, Kim Jong-un criticou o discurso de Trump, na ONU, no qual o líder norte-americano ameaçou "destruir totalmente a Coreia do Norte".

Os meios de comunicação norte-coreanos costumam informar periodicamente de movimentos maciços de cidadãos, que se alistam no exército em momentos de maior tensão.

A última vez foi em agosto, depois de o Conselho de Segurança da ONU ter aprovado um pacote de sanções económicas contra Pyongyang, na sequência do lançamento de mísseis de alcance intercontinental, em julho.

Os contínuos testes de armamento do regime de Kim Jong-un, incluindo um teste nuclear no passado dia 03, juntamente com a troca de palavras entre Pyongyang e Washington agudizaram a tensão na península coreana.

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