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"Paciência estratégica" com Pyongyang acabou, diz Trump

Presidente dos EUA denuncia "20 anos com uma postura frágil" perante Pyongyang.
Lusa 6 de Novembro de 2017 às 07:18
Donald Trump
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O Presidente norte-americano, Donald Trump, sublinhou esta segunda-feira em Tóquio que a "era da paciência estratégica acabou" no que toca à Coreia do Norte, após "20 anos com uma postura frágil" perante Pyongyang.

O regime norte-coreano "continua com os seus testes nucleares ilegais e com os seus intoleráveis lançamentos de mísseis sobre o território japonês, que representam uma grave ameaça à paz e estabilidade regional e global. Não permitiremos isso", afirmou Trump numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.

"Os norte-coreanos são grandes pessoas sob um regime repressivo. Espero que tudo se resolva e que melhore, tanto para eles como para todo o mundo. Espero que [Kim Jong-un] acabe por pagar" pelos seus atos, acrescentou.

Japão vai abater mísseis de Pyongyang "se necessário"
O Japão vai abater os mísseis norte-coreanos "se for necessário", declarou hoje o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, durante uma conferência de imprensa conjunta com o Presidente norte-americano, Donald Trump.

"Vamos abatê-los se necessário e, nesses casos, o Japão e os Estados Unidos vão cooperar de forma estreita", declarou Abe. Nos últimos meses dois mísseis norte-coreanos sobrevoaram a ilha japonesa de Hokkaido.

O líder japonês anunciou também que vai congelar os bens de 35 organizações e pessoas norte-coreanas, impondo uma sanção suplementar a Pyongyang.

"Vamos decidir amanhã o congelamento de bens de 35 organizações e personalidades norte-coreanas", uma medida adicional para tentar resolver o problema dos japoneses sequestrados pelos serviços secretos norte-coreanos e face ao programa nuclear e de mísseis de Pyongyang, declarou.

Abe disse ainda que apoia a política de Trump de manter todas as opções em cima da mesa, face às provocações da Coreia do Norte.

"Apoiamos a política de Trump segundo a qual todas as opções estão em cima da mesa" para conter o rápido desenvolvimento do programa nuclear e de mísseis de Pyongyang, disse.

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