Os advogados de defesa de Pedro Dias, que foi hoje condenado à pena máxima de 25 anos de prisão, consideraram o cúmulo jurídico definido pelo Tribunal da Guarda como "expectável" e referiram que deverão apresentar recurso.
"Era o cúmulo jurídico expectável, atendendo aos crimes que estavam imputados ao arguido", reagiu a advogada Mónica Quintela, que falava aos jornalistas após a leitura de sentença de Pedro Dias, condenado hoje pelo Tribunal da Guarda à pena máxima de 25 anos de prisão, por vários crimes cometidos em Aguiar da Beira, a 11 de outubro de 2016, entre os quais três homicídios consumados.
Apesar da condenação com a pena máxima, Mónica Quintela congratulou-se com o facto de o coletivo ter acolhido "alguma da posição da defesa, relativamente à alteração da qualificação jurídica de alguns factos".
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