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Defesa quer "absolvição total" da inspetora da PJ acusada de matar avó do marido

Ministério Público pediu no Tribunal de Coimbra a pena máxima de 25 anos para Ana Saltão, inspetora da PJ acusada de matar a avó do marido em 2012.
16 de Julho de 2014 às 19:04

A advogada de defesa de Ana Saltão, inspetora da PJ acusada de matar a avó do marido, pediu hoje, durante as alegações finais, no Tribunal de Coimbra, a "absolvição total" da arguida.

"Quero que se faça justiça. Um 'in dubio pro reo' [princípio em que, em caso de dúvidas, se favorece o arguido] nunca vai restituir o bom nome e imagem da arguida", disse a advoga de defesa de Ana Saltão, Mónica Quintela, pedindo a absolvição da inspetora da PJ. Durante as alegações finais, Mónica Quintela disse que "não há nenhum motivo" para que Ana Saltão tivesse cometido o crime, contestando a tese de que seria por motivos económicos, explicando que "não há muitos casais nesta faixa etária com a segurança" que o casal em questão tinha.

A defesa voltou a criticar os diversos procedimentos da PJ ao longo do processo, criticando "falhas na investigação", "falsificação de autos" e "sonegação de provas" e reafirmando que a investigação terminou na madrugada de 22 de novembro, um dia depois do crime.

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